Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
A Auto-hemoterapia é sempre benéfica? Sim, sempre!

 

 

AUTO-HEMOTERAPIA Pelo Dr Luiz Moura

 

 
Entrevista com Dr. Luiz Moura

(resumo a partir da transcrição do vídeo que você pode acompanhar após o texto)
 

A AUTO-HEMOTERAPIA É SEMPRE BENÉFICA?


Sempre. Porque o mínimo que se pode dizer, o sistema imunológico cresce a partir do nascimento, a criança nasce praticamente sem esse sistema, com o sistema imunológico praticamente não atuante, ela recebe a última carga da placenta quando esta se contrai joga uma quantidade enorme de anticorpos para dentro da criança, durante 6 meses ela vive protegida por estes anticorpos que ela recebeu da mãe, então seria até o caso de, durante a gravidez, a mulher fazer a AH para que a criança nascesse com o Sistema Imunológico potencializado, ativado. Depois que termina esse período que é que começam as doenças infantis, exatamente porque, vamos dizer, a reserva imunológica da criança terminou, e aí ela começa a construir o seu próprio sistema imunológico naturalmente, na luta contra o meio ambiente, contra os agressores que estão em volta. (…)


A criança crescendo, seu Sistema Imunológico também até chegar ao pico máximo entre os 14 e os 16 anos, quando ele atinge a plenitude, aí se mantém neste nível até em torno dos 50 até os 55 anos, nessa faixa, aí começa o declínio do Sistema Imunológico quando o Timus, a glândula que comanda todo o Sistema Imunológico, que é uma glândula no peito que nós temos, começa a atrofiar, então, é daí por diante, a AH tem um enorme valor que vai retardar essa curva de declínio, então seria aí, indispensável. Antes, ainda o Sistema Imunológico está muito bom. Tem pessoas que tem ele menos deficiente, outras mais; dependendo da alimentação; tem pessoas que se alimentam muito mal, falta-lhes nutrientes que estimulam o Sistema Imunológico, vitaminas, sais minerais, ou proteína mesmo, porque o anticorpo é formado em proteína, então se ele tem uma alimentação deficiente, vai ter um Sistema Imunológico deficiente. É por isso que muitas pessoas que vivem praticamente a vida sem doenças, resistindo a toda essa agressão do meio ambiente, de doenças, infecciosas e tudo, e não tem nada, e outras toda hora estão doentes, porque tem o Sistema Imunológico debilitado. Mas a AH ajudaria neste caso, pra contrabalançar, (…)

A AUTO-HEMOTERAPIA PODE SER FEITA SEM PAUSA?


Perfeitamente, eu só mando fazer interrupção para os pacientes, exclusivamente para descansar músculos e veias, mais nada, se as veias são usadas alternadamente, não pega sempre o mesmo braço, e vai alternando, e se os músculos também são usados alternadamente, ora na nádega, o glúteo do lado esquerdo depois o direito, do deltóide que é do braço, direito, e depois esquerdo, aí não há necessidade de interromper (…)

A VARIAÇÃO DA DOSAGEM (5,10,20) FAZ AUMENTAR A TAXA DE MACRÓFAGOS?


Não, é sempre a mesma coisa, a única diferença é que quando nas doenças auto-imunes, eu às vezes uso até 20ml, nos casos mais graves, e dividindo em 4 lugares, aplicando 5ml em cada braço e 5ml em cada nádega, para desviar esse sistema imunológico viciado em atacar o próprio corpo, um sistema imunológico que está pervertido. Que em lugar de cumprir a função dele, que é nos defender contras os agressores, contra tudo aquilo que nos prejudica, ele atua contra o próprio corpo, como se fosse um inimigo. (…) Eu acredito que esteja pensando atender a um pedido do inconsciente para desviar um sofrimento psíquico para uma área física, e com isso, enquanto a pessoa está preocupada com seu corpo, está esquecendo dos problemas psíquicos que motivaram o desvio, a perversão imunológica. É uma desgraça a gente sofrer fisicamente, só para aliviar psiquicamente as tensões, mas acontece e eu tenho provas disso, muitos casos.

A PARTIR DE QUE IDADE CRIANÇA PODE FAZER A AH?


Depende muito da criança, porque eu já tive há pouco tempo uma criança de 5 anos que aceitou perfeitamente a AH, porque tinha um controle emocional tão bom, que eu explicando a ela que ela ia ser beneficiada, era uma criança asmática grave, e que ela já estava cansada de sofrer a falta de ar. Então é uma criança com um nível de raciocínio elevado, muito inteligente, ela se convenceu que valeria a pena e aceitou a AH perfeitamente. Quem mais sofre quando ela toma a AH, é a mãe,(…).



 

Auto-Hemoterapia Conversa com Dr Luiz Moura 

 

 

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Domingo, 20 de Fevereiro de 2011
Dr. Luiz Moura fala sobre acne, ictiose, aids e um caso de cura, hepatite c, e o uso associado de AH e ascaridil

 

AUTO-HEMOTERAPIA Pelo Dr Luiz Moura

 

 
Entrevista com Dr. Luiz Moura

(resumo a partir da transcrição do vídeo que você pode acompanhar após o texto)
 

UM CASO DE ACNE


Anos atrás sempre fazia uma parada para fazer um lanche quando ia para Visconde de Mauá num posto de gasolina. E vi uma menina, um horror, ela era violeta, nunca tinha visto acne igual, até hoje. Coitada, pensei, tão novinha com certeza uma menina pobre, não tem recurso e está assim, (…) Mal eu sabia que essa menina era filha do dono dos postos Olá, o posto Embaixador e o posto Presidente, (…) E não era falta de dinheiro, ela tratava já há 2 anos sem resultados (…) Então, sem a mãe pedir nada, dei a receita da auto-hemoterapia (…) resultado, essa foi a receita mais cara que até hoje eu já prescrevi, porque durante um ano chegava lá no caixa, o dono do posto já tinha deixado a ordem de não receber dinheiro meu de jeito nenhum. (…) Ela se curou dessa acne terrível, ficou limpa completamente.

ICTIOSE


Não foi uma cura rápida. Ele levou mais ou menos 1 ano para a pele dele mudar completamente e deixar de parecer como se fosse escamas de peixe. A secura também da pele que era muito grande, dava aflição, ele sentia um prurido terrível e não podia se controlar. Ele era um auxiliar de enfermagem e isso prejudicava o contato dele com os pacientes. (…) Com esse tratamento da AH, ele foi gradualmente melhorando, eu dei também, vitamina E, remédios que atuavam na pele, vitamina A, mas o que realmente atuou foi a AH, (…) dei minerais também, porque a pele dele não tinha vitalidade nenhuma, uma pele ressecada, toda ela estriada e com aquelas relevos como se fosse escamas de peixe. Agora, é o único caso que eu tive de Ictiose. (…)

AIDS E UM CASO DE CURA


Têm muitos pacientes aidéticos que fazem a AH e estão se dando bem. Eles mantêm as taxas que chama-se CD4 em níveis razoáveis, agora como eles fazem uso também de outros medicamentos, eu não posso atribuir só a AH. Há uma melhora, o paciente vive bem, eu tenho paciente com muitos anos já vivendo com AIDS e vida normal (…) Como a AH só atua na parte imunológica e a doença é uma imunodeficiência adquirida, pode ser que a AH esteja dando uma contribuição nesta sobrevida de boa qualidade em alguns pacientes que eu trato. (…)


No caso do dentista que tratei, ele se contaminou com o vírus do HIV no consultório, ele não se protegia das feridas de aidéticos que ele tratava no consultório dele. E fez um exame e deu o HIV positivo, eu mandei que ele repetisse, porque sabia que ele não era promíscuo, vivia com a mesma mulher, (…) Então eu resolvi fazer a AH para ele, foram 2 semestres. E 6 meses depois fez o exame, e deu positivo de novo. Mas quando chegou no 3º exame, 6 meses depois, ele me telefonou, véspera de Natal dizendo que tinha uma grande notícia para me dar e a notícia era que tinha dado negativo. Então eu falei com ele que não festejasse já e repetisse o exame em outro laboratório; ele repetiu e deu negativo. Isso já se passaram uns 6 anos, nunca mais deu positivo. Está negativado até hoje.


Agora, se isso foi porque ele tinha uma saúde muito boa e a AH foi a força a mais do sistema imunológico que derrotou o vírus HIV e conseguiu acabar com ele, eu não sei dizer, foi um doente que eu tratei em condições muito boas ainda, desde o início. A maioria dos outros são doentes que já estão com o HIV há 3, 5, 8 anos, é diferente. Esse foi logo no início, vamos dizer, com 2 meses de HIV que eu comecei o tratamento.

PACIENTE COM HEPATITE C


Ele se deu muito bem, conseguiu controlar a doença. Não teve progresso nenhum a doença, ao longo de anos e vem se dando muito bem com a AH. Ele não chegou a fazer uso destes tratamentos modernos que é o Interferon Peguilado, (…) ele não está negativado, apenas não tem mais sintomas de qualidade nenhuma, tem as provas de atividades hepáticas muito boas, sempre normais. Mas os marcadores de vírus, permanecem e isso vai permanecer o resto da vida, porque em todos os casos de hepatite sempre os marcadores permanecem. (…)

USO ASSOCIADO DA AH COM ASCARIDIL


O Ascaridil é um medicamento que é usado para vermes. A matéria-prima genérica chama-se: Cloridrato de Levamisol. O uso peculiar do Ascaridil foi descoberto por acaso, por médicos americanos fazendo uma campanha contra a verminose na população mais pobre da Califórnia. (…) Os pacientes com Leucemia tinham melhorado durante a campanha. Eles resolveram estudar o Cloridrato de Levamisol e descobriram que ele tinha um enorme potencial de estímulo imunológico, e funcionava em uma série de doenças, em herpes simples, herpes zoster e até em hanseníase, artrite reumatóide e também em câncer. Ele estimula o sistema imunológico, como coadjuvante da quimioterapia e da radioterapia. Mas o produto com esta finalidade que se chamava Estimamizol, foi retirado do mercado. Tenho a cópia do Estimamizol num dicionário de especialidade farmacêutica. (…) os dois são o mesmo medicamento, com a mesma matéria prima: Cloridrato de Levamisol, na mesma dosagem, então eu substituo com o Ascaridil, mas o paciente leva uma xerox das 2 indicações; de verminose e de estímulo imunológico (…) E eu indico para pessoas que também tem infecções viróticas muito freqüentes, estão sempre gripadas e funciona muito bem.


(…) Agora, somando o Cloridrato de Levamisol à Auto-hemoterapia, um modulando a ação do outro. O Levamisol funciona muito bem nas doenças auto-imune. (…) é só tomar dois comprimidos por semana durante 8 semanas depois dá um intervalo, de um mês para descansar, liberar o organismo do produto, e depois faz outra vez (…)



 

Auto-Hemoterapia Conversa com Dr Luiz Moura 

 

 

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Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011
Auto-hemoterapia na prevenção do cancro (câncer).

 

 

AUTO-HEMOTERAPIA Pelo Dr Luiz Moura

 
Entrevista com Dr. Luiz Moura

(resumo a partir da transcrição do vídeo que você pode acompanhar após o texto)
 

PREVENÇÃO DO CÂNCER PELA AUTO-HEMOTERAPIA


O câncer é uma reprodução anárquica celular, se o organismo da pessoa não reconhece essas células como próprias e começa a destruí-las no nascedouro a pessoa pode até produzir células chamadas pré-cancerosas e terminar aí, não chegando a células cancerosas, isso se o sistema imunológico tiver devidamente atuante. O câncer é muito mais freqüente, quando com a idade, a glândula que comanda o sistema imunológico, que chama Timus, começa a atrofiar, então começam a aumentar a frequência dos casos de câncer.

(…) Depois dos 55 anos começa o declínio do Timus. Aí está a razão no homem, do câncer de próstata, e na mulher o câncer de mama e tudo o mais, e que até dá antes na mulher por causa da pílula anticoncepcional, que também exige muito do sistema imunológico. (…) Realmente no câncer mantendo o sistema imunológico ativado, principalmente depois dos 50 anos, quando começa o declínio do Timus, é imprescindível começar o tratamento da Auto-hemoterapia.


 

Auto-Hemoterapia Conversa com Dr Luiz Moura 

 

 

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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011
ALEXANDER FLEMING E A PENICILINA. Dr. Luiz Moura e a Auto-hemoterapia

 

AUTO-HEMOTERAPIA Pelo Dr Luiz Moura

 

 
Entrevista com Dr. Luiz Moura

(resumo a partir da transcrição do vídeo que você pode acompanhar após o texto)


 

ALEXANDER FLEMING E A PENICILINA


(Esse assunto ele estende no DVD)


A razão de mencionar sua história é por causa da descoberta da Penicilina (…) um fungo que adora umidade e que destruiu uma cultura de micróbios. Ele quis saber porque e encontrou esse fungo e descobriu que ele secretava uma substância, a penicilina, assim ele passou a usar o antibiótico em vacas e cavalos do jóquei clube de Londres, e das fazendas das imediações com alguma doença infecciosa, pneumonia. (…)Até que um dia ele é levado para aplicar a penicilina em Winston Churchill que estava morrendo com pneumonia (…) Aqui é que vem o lado importante, Fleming diz o seguinte, que nas pesquisas dele constatou que os micróbios ao longo de 10 dez anos iam criando resistência ao antibiótico, mas também tinha constatado que depois eles perdiam a memória se ficasse um tempo sem usar o antibiótico. Então todo antibiótico deveria ser usado num prazo máximo de 10 dez anos e depois descontinuado por alguns anos, se possível por até 10 dez anos. Mas a ganância, resultou em usar o antibiótico permanentemente e com isso os micróbios criaram resistência. (…) E foram os antibióticos que levaram a largar o uso da auto-hemoterapia, quanto o certo seria somar e não substituir. Porque cada um age de uma forma diferente, os antibióticos agem impedindo a reprodução dos micróbios. E a AH ativa o sistema imunológico aproveitando esse controle sobre a quantidade de micróbios que vai devorar os micróbios. (…) Se tivessem continuado usando a Auto-hemoterapia junto com os antibióticos (…) não sobrariam cepas resistentes para depois se reproduzirem (…)


 

Auto-Hemoterapia Conversa com Dr Luiz Moura 

 

 

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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011
DOSAGEM DA AUTO-HEMOTERAPIA e ESTUDO DA DOSAGEM

 

AUTO-HEMOTERAPIA Pelo Dr Luiz Moura

 

 
Entrevista com Dr. Luiz Moura

(resumo a partir da transcrição do vídeo que você pode acompanhar após o texto)


 

DOSAGEM DA AUTO-HEMOTERAPIA


As técnicas iniciais ainda eram empíricas até 1912, foi o Prof. Ravaut, francês, e começou lá. Ele usava em doses de 1cc,2,3,4,5, até 10, ia crescendo a cada dose. Dr. Jésse Teixeira, já não fazia assim, a ele interessava uma dose única para evitar infecções dos pós-operatórios. Então ele dava logo 10 ml de uma vez e 5 dias depois fazia mais 10ml que era como eu comecei aplicando por ordem de meu pai.


A minha conclusão é que a dose varia com a gravidade do problema, vamos dizer, 5ml para uma doença que não seja muito séria. Em lupus, miastenias graves, artrite reumatóide eu uso 10ml, mas quando é uma reação alérgica, asma, rinite, normalmente eu uso 5ml, não há necessidade de doses maiores. Num caso desesperador, como foi o caso de esclerodermia, que usei 20ml iniciais precisava de uma resposta violenta para a paciente sair de uma situação que estava em fase final, não tinha nada a se fazer.


Pode-se fazer a auto-hemoterapia durante 10, 15, 20 anos. Eu por exemplo, tomo há mais de 20 anos a auto-hemoterapia. Não há nenhuma contra indicação. Viso evitar doenças que deveriam se incorporar no meu dia a dia com a idade que foi avançando. Passei pela idade dos acidentes vasculares, tanto cerebral quanto cardíaco. Agora porque também me protege contra o câncer, mantendo o sistema imunológico ativado, eu tenho sempre macrófagos prontos para devorar células que não saem perfeitas e o nosso controle de qualidade é o sistema imunológico. (…)


Não há limite de uso, de tempo, pode se usar uma vida inteira, eu mando meus pacientes fazerem uma série de 10 aplicações depois, descansa um mês, alguns casos que nem precisa é só como prevenção descansa 2 ou 3 meses, depois fazer outra série. Seria, para usar de forma permanente, agora, com intervalos, dependendo os intervalos da finalidade com que está sendo aplicada a auto-hemoterapia. Se for apenas preventivo pode fazer intervalos grandes. Se for visando um problema ou uma doença que já existe e que tenha que ser mantida sobre controle aí faz-se intervalos menores, faz-se 10 aplicações, 30 dias de intervalo. Muitos pacientes eu começo com 10 ml na fase aguda da doença depois eu reduzo para 5 ml por semana, porque não precisa mais.


(…) O intervalo entre uma aplicação e outra é de 7 dias, casos raros é que eu faço de 5 em 5 dias, quando eu quero manter o nível de macrófagos no máximo. Quando o problema está sob controle, eu então faço de 7 em 7 dias, porque dá para reativar no 7º dia e volta de novo aos 20%. A técnica que o Jésse Teixeira usou para comprovar a ação da AH foi uma coisa muito simples. Ele usou uma substância cáustica, a cantárida, passando na coxa forma uma bolha; Ele tirava o líquido da bolha e contava o número de macrófagos. constatou que tinha 5%, fez vários dias, uma bolha e constatava que era 5%. Aí fez a AH e de hora em hora tirava umas gotas dessa bolha, a cada hora o nível de macrófagos ia subindo. No fim de 8 horas chegou aos 22% e ele constatou que durante 5 dias, manteve os 22%. E do 5º ao 7º é que começou o declínio. Ele fez isso em coelhos, aplicou a auto-hemoterapia e verificou que terminava a ação da AH quando o sangue terminava, ele sacrificava o coelho e verificava, havia voltado de novo aos 5%, foi ver o local que tinha sido aplicado a AH e já não existia mais sangue.
A AH também é usada em veterinária, em vaca que tem uma doença virotica, que se chama-se figueira, são verrugas que nascem no focinho da vaca, e que realmente a prejudicam muito, aplicando a auto-hemoterapia que eles fazem com 20ml, em 2 a 3 dias caem todas aquelas verrugas que a vaca tem, desaparece tudo, isso é um dos usos veterinário.


Tenho paciente que quer que eu aplique os 10ml, logo num braço só pra não levar duas picadas. E eu sou contra! Acho que 5ml o músculo do braço, o deltóide, comporta bem, não há problema nenhum. Agora na nádega sim, a gente pode aplicar os 10ml, o músculo glúteo, têm a capacidade de receber 10ml. (…)

ESTUDO DA DOSAGEM


Teria que ser feito um estudo, qual a necessidade real, a relação da quantidade e o peso corporal. Porque as dosagens dos medicamentos variam em função do peso corporal, a dosagem para uma criança de 30k, é muito menor que para uma pessoa de 70k. A Auto-hemo, em crianças pequenas não precisa ser uma dosagem de 5ml, pode aplicar 2, 3 ml. A minha esperança, é que essa gravação (o DVD) e essa divulgação que vá resultar nisso, que interesse pessoas queiram fazer uma pesquisa de laboratório sobre isso e que tenham condições de fazer. (…) Porque todos os meus estudos vêm de aplicação prática.


Tenho certeza de que é uma técnica absolutamente inocente, que nenhum mal faz para a pessoa, nunca vi nenhum problema. Uma injeção de penicilina pode dar um choque anafilático, mas o próprio sangue não dá choque anafilático em ninguém, não há o menor risco nesse tratamento. Nunca vi nenhum abscesso, nenhuma contaminação. (…) Eu nunca vi até hoje nenhum problema, já vi sim, pacientes que não podem ver sangue, e quando vão tomar injeção, desmaiam, mas aí é problema emocional, não tem nada a ver com a auto-hemoterapia como efeito sobre o equilíbrio da pessoa.


 

Auto-Hemoterapia Conversa com Dr Luiz Moura 

 

 

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Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011
QUAIS SÃO AS OUTRAS INDICAÇÕES DA AUTO-HEMOTERAPIA

 

AUTO-HEMOTERAPIA Pelo Dr Luiz Moura

 

 


Entrevista com Dr. Luiz Moura

(resumo a partir da transcrição do vídeo que você pode acompanhar após o texto)

 

 

Muitas, são muitas indicações.


Primeiro: todas as doenças infecciosas de modo geral.


Segundo: todas as doenças alérgicas, ela tem um efeito maravilhoso na asma brônquica, nas alergias cutâneas, em doenças que ainda não se sabe bem o que é, por exemplo, na psoríase funciona maravilhosamente bem.


Terceiro: nas doenças auto-imunes, que são muitas hoje. Doença de Crohn, uma doença auto-imune que destrói o intestino, os anticorpos atacam o final do intestino delgado na doença de Crohn.


No Lúpus eu já usei, tem uma paciente, que também vou dizer só as iniciais dela R.S., essa moça ensina as crianças a bailar em Caxias (RS) ela sofria de Lúpus, (…) Não tem sintoma mais. É como se tivesse curado o lúpus. E ela leva todo ano, patrocinado pela Itália, para dançar lá na Itália, crianças de rua que ela ensina a dançar. Essa moça que eu tratei de Lúpus não tinha condições de trabalhar e nem fazer nada.


Artrite reumatóide, ela dá um excelente resultado em atrite reumatóide.
Eu tenho uma paciente da UFRJ, uma funcionária de lá que tava praticamente sem andar há 8 anos e com a AH ela está hoje normal. Ela sobe no meu consultório, pega ônibus. Não tem mais problema nenhum.
Na miastenias grave, eu tenho uma paciente que tem a minha idade, 78 anos. Ela foi diagnosticada em miastenias graves em 1980, no Instituto de Neurologia, na Av. Pasteur e foi dito que não tem nada o que fazer, porque nada se fazia mesmo. E ela vem fazendo a AH desde 1980, ela é a única sobrevivente dos diagnósticos feitos de miastenias graves, de todos os pacientes que tinham miastenias graves na época, que ela começou em 1980, não existe nenhuma viva, só ela, e vai no meu consultório com a filha, ela toma ônibus, pessoa humilde e tudo, toma ônibus e chega no meu consultório. Isso 24 anos depois.


Então é realmente uma coisa incrível não se divulgar, um trabalho que se beneficia e alivia o sofrimento de tanta gente. Em tantas direções, em tantas patologias, em tantos tipos diferentes de doenças crônicas, e agudas também. Eu por exemplo, (…) não preciso tomar a vacina de gripe, porque tenho sistema imunológico ativado. Não condeno não, (…) eu não preciso, nem minha mulher, pois fazemos a AH, mantemos nosso sistema imunológico ativado. Então realmente é um recurso terapêutico que tem uma amplitude enorme, mas enorme mesmo, e benefícios imensos. (…) por exemplo, em 1980, eu atendi uma senhora, digo só que o nome dela é Graças, essa senhora foi diagnosticada de esclerodermia, pelo serviço médico da Petrobrás. Não tinha o que fazer e decidiram então aposentá-la, foi quando ela me procurou, eu contei o caso de 4 anos antes a ela e ela decidiu fazer o tratamento. Eu fiz o tratamento e ela não tem sintoma nenhum, nada, até o dia de hoje, e só vai se aposentar no ano de 2005 por tempo de serviço, ia se aposentar em 1980, só vai se aposentar 25 anos depois.


Então realmente, é uma coisa que poderia mudar a vida de muita gente, como mudou a vida dela, imagine se ela se aposentasse naquela altura que aposentadoria ela teria hoje? Que situação ela teria? Bom, provavelmente nem viva ela estaria, se não tivesse feito esse tratamento. Então é um recurso que tem um número enorme de aplicações, e EXISTE uma explicação científica de como funciona. Não é algo a dizer que é misterioso, que é uma magia, ou uma panacéia qualquer, não! Se sabe como, foi comprovado CLINICAMENTE. (…) os trabalhos anteriores, europeus, todos eram na base do empirismo, ninguém tinha comprovado como funcionava. Um brasileiro, Jésse Teixeira comprovou como funcionava EM 1940, daí por diante com a comprovação científica de como age o tratamento, era para ter sido divulgado e estar sendo usado, porque a medicina se torna cada vez mais cara, os recursos cada vez mais caros. (…) o idoso está se tornando um paciente que representa um peso muito grande nas despesas, por isso que os planos de saúde cobram absurdo dos idosos, porque realmente eles custam muito mais caros para serem mantidos com vida, né? E com relativa saúde. (…)

CISTOS DE OVÁRIOS E MIOMAS


Minha filha que mora na Espanha era estéril, tinha ovários policísticos, não podia engravidar. E o médico de lá, Dr. Pedro, que veio a ser o obstetra dela, fez os partos dos dois filhos que ela teve, fez a aplicação da auto-hemoterapia nela e uns seis meses depois ela não tinha mais cistos algum, o sistema imunológico tinha devorado os cistos e ela engravidou a primeira vez. O Dr. Pedro que aplicou a auto-hemoterapia nela continuou, ela depois engravidou a segunda vez. Depois de vinte e tantos anos, aplicou o DIU nela para não engravidar mais. Aí inverteu o problema, antes era estéril e depois teve que usar DIU, para não engravidar mais, porque ela já estava satisfeita com o casal de filhos (…) depois eu usei em pacientes aqui, muitos casos de cistos de ovários e de mioma também, o mioma é devorado pelo sistema imunológico, então é realmente uma coisa de enorme valor, eu espero que agora haja uma divulgação maior da auto-hemoterapia.

PÚRPURA TROMBOCITOPÊNICA


(…) Essa moça tinha um filho pequeno e começou a sangrar, gengivas, até pelo ouvido. O médico de Visconde de Mauá, quando viu que ela poderia morrer mandou para Resende, em Resende mandaram ela a um hematologista em Volta Redonda, lá ele constatou que ela estava só com 10.000 (dez mil) plaquetas, quando o normal varia de 200.000 à 400.000 (duzentas a quatrocentas mil) plaquetas, e então começou o tratamento, com cortisona em altas doses, 100ml de Meticorten por dia, uma dosagem brutal, realmente as hemorragias desapareceram, as plaquetas subiram pra 150.000 (cento e cinqüenta mil) e assim ela teve 6 meses tomando cortisona, no fim de 6 meses não funcionou mais a cortisona, mas a cortisona tinha feito ela inchar 40 kg, (…)porque já não funcionava, ele substituiu a cortisona e as plaquetas desabaram de novo. Então substituiu (de novo) por dois medicamentos que se usam como quimioterápico em câncer, Enduxam e Metroxati, aí as plaquetas subiram de novo e voltaram ao normal, por dois meses, no fim de dois meses também não funcionou. Então o médico encaminhou-a para um cirurgião que iria tirar o baço dela, porque as plaquetas são mortas no baço, por algum motivo que a medicina ainda não sabe, elas não são reconhecidas e o baço mata essas plaquetas com um dia de idade, quando elas devem viver 5 dias, e aí a medula óssea não tem a capacidade de repor essas plaquetas. Então a solução que se encontrou foi, única solução, fazer esplenectomia, tirar o baço. Mas ela quis saber, uma moça de 20 e poucos anos com um filho de 1 ano e meio, qual a esperança dela, se havia certeza de cura, aí o cirurgião foi muito honesto: “- Olha, só há cura se o fígado substituir a função do baço, senão a senhora não vai ter uma vida que presta e vai durar pouco”. Ela então decidiu não fazer a cirurgia e voltou para Visconde de Mauá. Eu mandei ela fazer a Auto-hemoterapia e no fim de seis meses ela estava boa e hoje, depois disso teve mais dois filhos, e está com seu baço, não teve que fazer a esplenectomia, quer dizer, isso foi uma coisa extraordinária.

GANGRENA POR PICADA DE ARANHA


Essa senhora, que aluga cavalos, dona Maura, foi picada (na perna) por uma aranha armadeira, que é a pior das aranhas, (…) e ai gangrenou a perna dela (…)só se via os ossos, então como não tinha antídoto, o instituto Butantã manda que ampute, então ela foi (encaminhada) para Santa Casa amputar, (…) ela pensou que era um curativo que iam fazer, quando disseram, ela já amarrada na mesa de operações, para cortar a perna, ela começou a gritar e pediu pra que a soltassem, disseram que não, que ela ia morrer se não amputasse a perna, então ela pediu que chamassem o delegado e ele veio e disse pra ela: “- Bom, se a senhora assinar um termo de responsabilidade os médicos lhe liberam, mas a senhora vai ter que assinar um termo de responsabilidade, porque eles dizem que a senhora vai morrer gangrenada!” E ela resolveu assinar e voltou para Mauá pensando em morrer. E eu fiz a Auto-hemoterapia nela, só que eu me lembrei aí juntei mais outro recurso, me lembrei que tinha um médico francês cirurgião de guerra de 14(1914) à 18(1918) que chamava-se ‘Pierre Dulbet’, que salvou inúmeros membros amputados com uma solução com cloreto de magnésio que ele fazia com 20 gramas em 2 litros de água para ficar isotônico. Ele lavava as feridas com esse cloreto e salvou inúmeras pessoas que tinham gangrena. (…) Então juntei as duas coisas e em duas ou três semanas a dona Maura estava com a perna curada. (…) Então ela marcou consulta lá no consultório particular do médico, esperou ter bastante gente na sala e disse ao médico: “- Olha a perna que o senhor me ia cortar era essa aqui! Se o senhor há muito tempo não cortava a perna de ninguém, e precisava praticar na minha perna, era só me dizer que eu trazia um porco e o senhor teria quatro pernas pra amputar.” (…)

APLICAÇÃO NA ESCLEROSE MÚLTIPLA


Tem, mas não é a mesma coisa, porque é uma doença degenerativa, é uma doença que a bainha de mielina, a parte branca dos nervos é destruída, se supõe que seja genético, (…) há uma freqüência grande nas famílias que sofrem de esclerose múltipla de ocorrer em mais pessoas, (…) há muito mais freqüência na mulher do que no homem (…) eu usei em esclerose múltipla (…) mas há muitos anos ela está se mantendo em situação boa, ela poderia não estar viva há muito tempo. Quer dizer, pelo menos estaciona ou retarda a evolução, há um beneficio, agora, não é igual como nas doenças auto-imune, aí o resultado é mesmo muito bom!

MENINA COM ASMA MUITO GRAVE
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Essa menina de 10 anos teve o que se chama, mal asmático, extremamente grave, vivia se internada para ir para o oxigênio, de madrugada a mãe tinha que levar a menina. (…) A mãe levou essa criança e eu prescrevi a auto-hemoterapia. (…) nesse caso mandei que retornasse em um mês e ela não apareceu. Passando quase 2 meses, chega a mãe com a criança, (…) só faltando querer se enfiar debaixo da mesa, de tão constrangida. E a mãe explicou que eu não trouxe a filha, porque quando foi tirar a receita da pediatra saiu junto a receita de AH, a médica replicou isso não existe, que aquilo ia matá-la (…) Mas isso aconteceu 3 semanas depois dela usar a AH e a menina ter melhorado, sem se internar esse período (…) Só que quando completou um mês e pouco a menina começou a piorar de novo aí a filha exigiu que a levasse no meu consultório. (…) Nesse dia meus clientes ficaram mofando na sala de espera porque eu levei 2 horas com essa mãe, para explicar o que era a auto-hemoterapia, para ela sair entender que não havia risco nenhum. (…) no fim a mãe disse para a filha: “- Tudo bem eu vou fazer, mas, você vai ajoelhar aqui e jurar que não vai contar a médica” – e fez a filha ajoelhar e prometer que não ia contar!
Eu dei alta para ela um ano depois curada, nunca mais teve falta de ar. Mas a mãe ficou com problema de consciência: “- Agora a médica acha que o que curou foi o tratamento dela que levou 9 anos pra fazer efeito, ela tem certeza que eu não continuei com seu tratamento. Ela é uma alergista, tem tantos pacientes com o mesmo problema que poderia se beneficiar.” (…)
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Auto-Hemoterapia Conversa com Dr Luiz Moura 

 

 

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Domingo, 13 de Fevereiro de 2011
INÍCIO E APLICAÇÃO DA PRÁTICA DA AUTO-HEMOTERAPIA

 

 

 

AUTO-HEMOTERAPIA Pelo Dr Luiz Moura

 


Entrevista com Dr. Luiz Moura

(resumo a partir da transcrição do vídeo que você pode acompanhar após o texto)

 

 

INÍCIO E APLICAÇÃO DA PRÁTICA DA AUTO-HEMOTERAPIA


Eu comecei a aplicar a auto-hemoterapia ainda como estudante de medicina, em 1943. Eu entrei na Faculdade Nacional de Medicina, que era na Praia Vermelha (no Rio de Janeiro). E o meu pai era professor dessa mesma faculdade, ele era também chefe enfermaria da Santa Casa e cirurgião geral. Ele primeiro me ensinou a tirar sangue e a aplicar no músculo e ele me mandava para casa de todo paciente que ele operava. Eu tinha que ir na véspera da internação, na Casa de Saúde São José, onde ele operava. Aplicar no paciente 10 ml de sangue, e depois, 5 dias depois, ele não esperava cair a taxa a zero não, e cinco dias depois eu fazia a mesma a aplicação no paciente, ainda internado, porque naquele tempo as internações, duravam em média, uma semana. O que eu não sei é como é que ele tinha coragem de operar comigo auxiliando, porque eu só sabia era segurar os instrumentos e mais nada. O que eu tinha aprendido até então, era tirar sangue da veia e aplicar no músculo, mais nada. E nunca houve problema nenhum, ele teve com isso, uma das taxas menores que eu já vi até hoje de infecção hospitalar.


Ele fazia isso porque o trabalho do Jésse Teixeira, que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou no maior prêmio de trabalho publicado em 1940 e foi traduzido em duas línguas, para o francês e para o inglês esse trabalho foi um sucesso enorme. O meu pai usava esta técnica, porque ele tinha lido o trabalho de Jésse Teixeira. Ele tinha 150 cirurgias, operações diferentes das mais variadas, comparadas com outras 150 cirurgias idênticas que em uma teve 0% de infecções pós-operatórias, quando aplicado o sangue e na outra que não aplicava, a título de contraprova, ele não aplicava o sangue, as mesmas cirurgias, as mesmas operações, ele teve 20% de infecções. Porque havia naquela época um grande problema de infecções pulmonares no pós-operatório, porque a anestesia era feita com éter, e o éter irritava muito os pulmões. Havia uma facilidade muito grande de infecções.


Depois, eu me limitei a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para evitar, tratar de infecções, acne juvenil, que é uma infecção de estafilococos e também evitar infecções de cirurgias, nesse tempo eu era cirurgião, então eu também usava o mesmo método. A finalidade da auto-hemoterapia é basicamente combater bactérias.


Só a partir de 1976 é que eu passei a usar numa amplitude muito maior, graças a um médico, Dr. Floramante Garófalo, um ginecologista, que era assistente do hospital Cardoso Fontes em Jacarepaguá e que era a pessoa que mais conhecia equipamento hospitalar no Brasil. Então ele já estava aposentado, tinha 71 anos. E ele foi chamado pelo Dr. Amaury de Carvalho, que era o diretor do Hospital, para equipar o hospital, porque o Hospital tinha sido um sanatório de tuberculosos, e foi transformado no Hospital Geral, então precisava todas as clínicas serem equipadas e ele foi ser assistente do Diretor, e eu era também assistente do Diretor. Um dia, o prof. Garófalo chega se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando andava uma caminhada de 100, 200mt tinha que sentar na rua, no meio-fio porque não conseguia mais andar. Então disse para ele, “olha Dr. Garófalo, você tem que ser examinado por angiologista; e nós temos um excelente aqui, chama-se o Dr. Antônio Vieira de Melo.” Ele examinou e disse que havia uma obstrução na sua coxa direita, na parte média da coxa. Aí o Dr. Garófalo quis saber de que tamanho era, então fomos para o raio-x e fizemos a arteriografia, tinha 10 cm de artéria entupida.


Aí, foi dito ao Dr. Garófalo pelo angiologista Dr. Antonio Vieira de Melo que fizesse uma prótese: Tirar uma parte desta artéria, os 10 cm obstruídos e substituir por uma prótese de material plástico chamado Dralon, o Dr. Garófalo riu e se negou a fazer isso (…) E me pediu que eu aplicasse nele a auto-hemoterapia; ele trazia a cada 7 dias uma seringa, já com tudo preparado, e eu fazia a aplicação da AH. No fim de 4 meses, ele me disseque sentia-se muito bem. Fomos comprovar essa cura. (…) Fomos ao Dr. Antônio Vieira de Melo e ele duvidou. (…) Fomos para o raio-x, quando foi feito a segunda arteriografia não havia mais obstrução alguma e assim ele viveu, com até noventa e tantos anos. Isso foi entre os meses de maio e setembro de 1976 que fiz essas aplicações no Dr. Garófalo. Ele, como compensação, resolveu me dar um presente, dois trabalhos sobre AH: um do Dr. Jésse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi.


Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, um é de 1940 e o outro de 1976. Mas a impressão é que um foi feito para o outro, para combinar, um com o outro. Porque enquanto o trabalho do Dr. Jésse Teixeira se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, neste aqui do prof. Ricardo Veronesi, que era professor da Universidade de Santos, a imunologia já tinha avançado muito mais e tinha se descoberto que o Sistema Retículo Endotelial (SRE) tem muitas outras funções, além da de combater as bactérias, muito mais do que isso.


As principais funções dele (SER) são, isso no trabalho do Prof. Ricardo Veronesi: (trecho lido pelo Dr Luiz Moura no DVD)


“1) Clearance (limpeza) de partículas estranhas provenientes do sangue ou dos tecidos, inclusive células neoplásicas (cancerosas), toxinas e outras substancias tóxicas.
2) Clearance de esteróides e sua biotransformação. (Eliminação dos hormônios e esteróides)
3) Remoção de micro agregados de fibrina e prevenção de coagulação intra vascular. (É o motivo pelo que eu tomo (AH) pra evitar enfartos e tromboses, tromboses cerebrais, enfartos das coronárias, porque ele faz a prevenção da coagulação intra-vascular, ele remove a um possível entupimento que possa ter havido, como removeu a fibrina que entupia a artéria femural do Dr Garófalo. Por isso que eu tomo(AH).)
4) Ingestão do antígeno, seu processamento e ulterior entrega aos linfócitos B e T.(o antígeno que produz a reação alérgica, então tem uma grande ação nas alergias, no tratamento das alergias)
5) Biotransformação e excreção do colesterol.
6) Metabolismo férrico e formação de bilirrubina.
7) Metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas. (Proteínas anormais)


"Desintoxificação e metabolismo de drogas.”


Dr.Luís Moura explica: – Respondendo por tantas e tão importantes funções, fácil é de se entender o papel desempenhado pelo Sistema Retículo Endotelial no determinismo favorável ou desfavorável de processos mórbidos tão variados como sejam os infecciosos, neoplásicos, (câncer) degenerativos e auto-imunes. Foi aí é que eu comecei com o tratamento em doenças auto-imune. Muito bem, agora o que é triste, triste, é que, o que o Prof Jésse Teixeira descobriu em 1940, em 1976, 36 anos depois ainda estava sendo estudado em países do primeiro mundo em ratos e aqui não teve a divulgação que deveria, está aqui, esse trecho aqui:

(outro trecho do trabalho do Dr. Ricardo Veronesi)


“Doenças Degenerativas"


O Sistema Retículo Endotelial, exerce papel importante na homeostase (quer dizer, manter o organismo saudável) inclusive dos Lípides (das gorduras) dessa maneira tem se demonstrado em animais que o Sistema Retículo Endotelial está implicado na produção e excreção do colesterol, quer endógeno como exógeno. Conclui-se daí que a hipercolesterolemia e, talvez, a arterosclerose (processo degenerativo das artérias que vão endurecendo) depende do perfeito funcionamento do Sistema Retículo Endotelial, podendo ser reduzida a taxa do colesterol sanguíneo através da imunoestimulação do sistema conforme experiências realizadas em ratos na Universidade do Tenessee (quer dizer, enquanto em 1940 no Brasil, o Prof. Jésse Teixeira descobriu em ser humano como estimular o Sistema Retículo Endotelial em 1976, 36 anos depois, nos Estados Unidos, no Tenessee, estava se estudando em ratos.) Estamos realizando experiências em tal sentido no serviço do professor Luiz V. Décourt em São Paulo. (entre parênteses, comentários do Dr. Luiz Moura sobre o Trabalho do Dr. Veronesi)


Quer dizer, então a AH é um recurso de enorme valor, porque com essa amplitude que o avanço da imunologia deu, porque antes realmente só se sabia que combatia as infecções. Eu só usava para reduzir o tempo de cura, por exemplo, de uma pneumonia, dava o antibiótico e usava simultaneamente a AH, com isso eu conseguia reduzir, primeiro, a pessoa não precisava tomar tanto antibiótico, e o tempo de cura se acelerava porque o antibiótico fazia a sua parte de, paralisar a reprodução dos micróbios e a AH estimulava os macrófagos a devora-los. Então complementava a ação um do outro e com isso eu tive resultados muito bons, em doenças, até com pneumonias duplas graves e resolvia os problemas associando esses dois recursos. Muita gente pensa que antibiótico é bactericida, não é. Antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das bactérias, quem as mata é nosso sistema imunológico, é ele que completa o trabalho do antibiótico, o antibiótico dá chance de ativar o organismo para vencer a infecção.

ESCLERODERMIA


Dia 10/09/1976, nesse tempo, eu era chefe da clínica médica do Hospital Cardoso Fontes e tinha uma consultora dermatológica lá, Dra. Rícia Álvaro Florião, ela então fez um diagnóstico com três biópsias em uma senhora que há 8 meses não andava e foi internada no hospital. Bom, aí a Dra. Glória Moraes, chefe do Anatomo-Patológico, dá o laudo: esclerodermia fase final. Então a Dra. Rícia resolveu dar uma aula. Nós tínhamos toda segunda-feira uma aula dos casos que saiam da rotina. E esse era um caso bastante raro de Esclerodermia, uma doença auto-imune que não é freqüente. Ela deu uma aula belíssima, eu aprendi muito porque eu sabia apenas do que tinha lido nos livros, nunca tinha visto paciente esclerodérmico e eu era chefe dela! E quando estava terminando a aula e era para se dar o prognóstico, dizer o que pode ser feito pela paciente, a Drª. Rícia mandou a enfermeira levar a paciente. Eu entendi que chegara a hora de dizer o que tem de ser feito pela paciente. E você tira a paciente para ela não escutar… porque nesse caso não há nada a fazer pela paciente.


Eu disse para Rícia: “Você me entrega essa paciente para eu aplicar uma técnica, que não é corrente e chama-se Auto-hemoterapia? Ela riu na frente do seu chefe, que era eu e dos outros dois médicos, que eram meus assistentes, e disse assim: “- Dr. Moura, o senhor sabe que eu cheguei em maio dos EUA, que era residente médica lá, numa clínica para onde convergiam todos os casos de esclerodermia de todos os EUA e a clínica não era mais nada que um depósito de esclerodérmicos, eles não tinham mais nada a fazer. Então o senhor acha que pode fazer?” Eu falei: “- Olha, eu vou agora em casa pegar os dois trabalhos do Dr. Jésse Teixeira e do Dr. Ricardo Veronesi e você vai ver que a idéia tem fundamento.” Levei vinte minutos para trazer os trabalhos. Depois de avaliar os trabalhos ela disse:”- Ahh, Tem lógica, pode funcionar, vale a pena.” E eu então fiz (…) com uma dose brutal. Eu tirei 20 cc de sangue e apliquei 5 cc em cada em cada braço (deltóide) e 5 em cada nádega, porque eu tinha que produzir um resultado, ou funcionava ou não funcionava (…) A melhora foi uma coisa espantosa. (…) porque a pessoa com esclerodermia fica com a pele como se fosse pele de jacaré, dura, a pessoa morre numa situação terrível, em asfixia. O pulmão não tem condição de expandir, fica um bloco de madeira o corpo. (…)E por incrível que pareça 30 dias depois no dia 10/10/1976 essa paciente saiu andando do hospital.

 

Auto-Hemoterapia Conversa com Dr Luiz Moura 

 

 

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