Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011
AUTO-HEMOTERAPIA NA GRAVIDEZ CURA DOENÇAS CONGÊNITAS
  
Data: 19/11/2011 18:39
De: ilidio
IP:
187.24.114.91
Assunto: Re: Re: Re:
Gravida pode fazer a aht
Daniela,
Minha nora fez AHT durante a gravidez
e, não só a ela, como à minha neta só
colheram benefícios.

Há também um
caso de uma senhora que detectou miomas nos dois rins do seu
bebê, no 5º mês de  gravidez. Fez
aplicações de 5ml durante o restante da gravidez e a
criança nasceu sem nenhum problema renal. Está
documentado. Portanto, decida-se.

Seja feliz.
ilidio
 
Data: 19/11/2011
17:35
De: Daniela Romeiro
IP: 187.53.34.83
Assunto:
Re: Re:
Gravida pode fazer a aht
Estou gravida e gostaria de saber
se eu fizer a auto- hemoterapia pode ocorrer algum risco para mim e
para meu bebê? ja estou com 05 meses de gestação
entao eu posso fazer mais ou menos quantas secões antes da data
prevista do meu parto. gostaria de ter respostas objetivas pois quero
muito fazer porem tenho duvidas se realmente faz mal eu se faz bem para
eu e para o bebê.


Obrigada pela atenção.

 
Copiado de http://inforum.in
site.com.br/39550/msgs/21875/~
 

 
Doença congênita

 
Doenças congênitas
ou doenças congénitas
são aquelas adquiridas antes do nascimento ou mesmo
posterior a tal, no primeiro mês de vida, seja qual for a sua
causa. Dentre essas doenças,
aquelas caracterizadas por deformações estruturais
são denominadas usualmente por anomalias ou
malformações congênitas.
 

Malformação congênita é uma
condição presente ao nascimento onde a hereditariedade
não pode ser imediatamente excluída e não
está necessariamente causando a anomalia que se apresenta. Pode
ser definida portanto como qualquer defeito na
constituição de algum órgão ou conjunto de
órgãos que determine uma anomalia morfológica
estrutural presente no nascimento por causa genética, ambiental
ou mista.
 
Essa definição
abrange todos os desvios em relação à forma,
tamanho, posição, número e coloração
de uma ou mais partes do corpo capazes de ser averiguadas
macroscopicamente ao nascimento e/ou por ser discreta que não
tenha sido verificada na ocasião em que a criança nasceu
e só se manifeste clinicamente mais tarde .

 
Nesse sentido não se distingue de
"erros inatos do metabolismo", "enfermidades
genéticas" ou "doenças congênitas"
no sentido amplo de desvios do estado de saúde devido total ou
parcialmente à constituição genética do
indivíduo, embora a condição de deficiência</ a> (handicap),
mesmo associado às malformações graves (com perda
de função da área afetada), não
correspondem exactamente à noção de ausência
de saúde.
Essas doenças, caso não sejam
visíveis, podem ser descobertas através do "teste do
pézinho
", testes de screening (triagem) neonatal
nos quais é recolhida uma gota de sangue do calcanhar do bebê
(normalmente entre o quarto e o sétimo dia de vida). São
exemplos de doenças congénitas os erros inatos do
metabolismo tipo: fenilceton&uacut
e;ria
, tirosinemia e homocistin&uacut
e;ria
.
 
Fonte: Origem: Wikipédia, a
enciclopédia livre.


publicado por auto-hemoterapia às 17:30
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Domingo, 27 de Novembro de 2011
AUTO-HEMOTERAPIA NO TRATAMENTO DE CÃES ACOMETIDOS DE PARASITAS NO SANGUE
AUTO-HEMOTERAPIA NO TRATAMENTO DE CÃES ACOMETIDOS DE HEMOPARASITOSES X
JORNADA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - JEPEX 2010 - UFRPE: Recife, 18
a 22 de outubro. ... parte dos Resultados e Discussão, e Conclusão:
Antes da instituição do tratamento evidenciou-se em 60% dos animais um
aumento nos valores dos bastonetes, sendo este achado considerado
normal uma vez que os animais apresentavam um quadro infeccioso. *****
Porém após iniciar o tratamento observou-se que em 80% dos animais
tratados com autohemoterapia houve um aumento dos bastonetes durante as
duas semanas seguintes, sugerindo que este aumento ocorreu devido a um
estímulo na produção das células de defesa [10].***** Nenhum dos
animais tratados em ambos os grupos apresentou reação indesejável ou
anormal aos tratamentos instituídos. Observou-se melhora clínica e
hematológica em todos os animais tratados, sendo que nos dois animais
que apresentavam sinais clínicos esta ocorreu a partir de sete dias de
tratamento. No final do tratamento não foi observada a presença do
agente em nenhuma amostra sanguínea, o que sugere que os tratamentos
instituídos foram eficazes. Conclusão Diante dos resultados obtidos
conclui-se que: os tratamentos instituídos foram eficazes e não houve
diferença entre os grupos tratados. Postagem feita por Marcelo Fetha em
21/11/2011
www.hemoterapia.org/publicacoes/auto-hemoterapia-no-tratamento-de-caes-a
cometidos-de.asp


publicado por auto-hemoterapia às 21:10
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011
ESCLERODERMIA: O TRATAMENTO FEITO PELO DR. LUIZ MOURA E UM NOVO ESTUDO NOS USA
Veja a descrição do tratamento de um caso de esclerodermia feito pelo
dr. Luiz Moura em http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_moura.pdf ou
http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm Em vídeo o conteúdo está
no endereço
http://video.google.com/videoplay?docid=-4554320633785209094 Compare os
dois tratamentos. Dr. Luiz Moura: "ESCLERODERMIA Dia 10/09/1976, se
interna na clínica, nesse tempo, eu era chefe da clínica médica do
Hospital Cardoso Fontes, e tinha uma consultora dermatológica lá Dra.
Rícia Álvaro Florião, trabalha aqui pertinho na Praça Sans Penã, pois
olha, ela então, ela fez um diagnóstico com três biópsias, é uma
senhora que há 8 meses não andava, estava em cima de uma maca,
entrevada e chega e é internada no hospital. Bom, aí ela faz o
diagnóstico, tira as biopsias, manda para Anatomopatologia do hospital
e a Dra. Glória Moraes, chefe do Anatomia Patológico, dá o laudo:
esclerodermia fase final. Então a Dra. Rícia resolveu dar uma aula. Nós
tínhamos toda segunda-feira uma aula dos casos que não fossem
rotineiros, dos casos que saiam da rotina. E esse é um caso bastante
raro. Esclerodermia é uma doença auto-imune e que não é freqüente.
Então ela deu uma aula belíssima, eu aprendi muito com ela porque eu
não sabia nada sobre a esclerodermia, sabia de ter lido livro, nunca
tinha visto paciente esclerodérmico, e eu era chefe dela! E ela deu a
aula lá, quando terminou a aula, quando tava terminando o prognóstico,
quando se diz o que pode ser feito pela paciente, a Drª. Rícia mandou a
enfermeira levar a paciente. Eu entendi, agora chegou a hora de dizer o
que tem que fazer pela paciente. Você mandou tirar a paciente para ela
não escutar. Ela disse: é verdade, eu não tenho nada há fazer pela
paciente. Eu digo a Rícia: "Você me entrega essa paciente para eu
aplicar uma técnica, que não é corrente e chama-se Auto-hemoterapia.
Ela riu e disse assim, ela riu na frente do chefe que era eu e dos
outros dois assistentes, que eram meus assistentes, e disse assim: -
"Dr. Moura, eu fui residente médica, o senhor sabe que eu cheguei em
maio dos EUA, eu era residente médica, lá, numa clínica para onde
convergiam todos os casos de esclerodermia de todos os EUA, e a clínica
não era mais nada de um depósito de esclerodérmicos, não tinha mais
nada a fazer. Então o senhor acha que pode fazer?" Eu disse: Olha, eu
vou agora em casa pegar os dois trabalhos do Dr. Jésse Teixeira e do
Dr. Ricardo Veronesi, eu vou pegar esses dois trabalhos, e você vai ver
que a idéia tem fundamento. Fui, levei vinte minutos para trazer os
trabalhos. Cheguei lá e li essas partes principais dos dois trabalhos e
perguntei: E agora Rícia? "Ahh, Tem lógica, pode funcionar, vale a
pena." E eu então fiz. Mas eu precisava, como ia fazer uma coisa nova,
num hospital, que ninguém nunca tinha feito, eu então peguei a .... fiz
uma dose brutal. Eu tirei 20 cc de sangue e apliquei 5 cc em cada em
cada braço (deltóide) e 5 em cada nádega, porque eu tinha que produzir
um resultado, ou funcionava ou não funcionava, eu tinha que chega a....
A melhora foi uma coisa espantosa. Ela (a paciente) ficou..., os
tecidos dela..., porque a pessoa com esclerodermia fica com a pele como
se fosse pele de jacaré, dura, a pessoa morre numa situação terrível,
porque morre em asfixia, porque não consegue respirar mais. O pulmão
não pode expandir, não tem condição de expandir, fica um bloco de
madeira, o corpo. Eu então fiz, e por incrível que pareça 30 dias
depois no dia 10/10/1976 essa paciente saiu andando do hospital."
Sábado, 12 de novembro de 2011 Células Autólogas CD34 selecionadas após
infusor HDIT Objetivo: Redefinir o sistema imunológico Autologous
CD34-selected cells infuser after HDIT Goal: Reset the immune system
Keith Sullivan, MD DUKE UNIVERSITY MEDICAL CENTER Scleroderma
http://www.youtube.com/watch?v=LjUKLiGgMpk PDF:
http://www.sclerodermatrial.org/physicians/downloads/scot_mono_03dec08_s
m.pdf http://www.sclerodermatrial.org/index.html Primeira Edição:
08/09/05 Última modificação: 07/27/11 Estudo SCOT O que é SCOT?
Células-tronco no Notícias Se você ler ou ouvir as notícias, você
provavelmente já ouviu falar sobre a pesquisa com células-tronco. É
importante entender que as células-tronco a ser utilizado no estudo
SCOT virá do próprio corpo de cada participante (células-tronco adultas
do sangue). O estudo faz SCOT não envolvem células-tronco embrionárias
(células-tronco de embriões). SCOT é um estudo de pesquisa clínica
projetado para pessoas com formas graves de esclerodermia . SCOT
significa Esclerodermia: A ciclofosfamida ou transplante. O estudo irá
comparar SCOT os benefícios potenciais de transplante de células-tronco
e altas doses de ciclofosfamida mensal (Cytoxan) no tratamento da
esclerodermia. Inscrição no SCOT foi concluída em maio de 2011.
Randomização dos indivíduos inscritos para um dos seguintes tratamentos
continuará até 01 de outubro de 2011. O transplante de células-tronco :
as células-tronco - células imaturas que podem se desenvolver em
células sanguíneas diferentes - são retirados do sangue do
participante. Altas doses de drogas para suprimir o sistema imune são
dadas , seguido de reintrodução das células-tronco no sangue. Altas
doses de ciclofosfamida mensal : Os participantes recebem altas doses
de ciclofosfamida intravenosa, um medicamento de quimioterapia usada
para tratar câncer. O objetivo principal é avaliar as diferenças nas
taxas de morte e danos a órgãos significativa entre os dois grupos.
Atualmente, as equipes de médicos reumatologistas de transplante e
principais centros médicos nos Estados Unidos continuam a acompanhar e
monitorar os participantes do estudo. SCOT está sendo patrocinado pelo
National Institutes of Health (NIH) através de sua Divisão de Alergia,
Imunologia e Transplante (DAIT) no Instituto Nacional de Alergias e
Doenças Infecciosas (NIAID). Vídeo Experiências paciente Um pequeno
vídeo documentando as experiências de vários pacientes submetidos a
tratamento com células-tronco para a esclerodermia. Entrevistas médico
com informações sobre o estudo SCOT e avanços na pesquisa para tratar e
compreender desde esclerodermia. Por que o estudo SCOT é tão
importante? O estudo SCOT é importante porque prova mais clínica é
necessário para o tratamento de indivíduos com esclerodermia.
Atualmente, nenhum tratamento tem sido comprovado para prevenir a
doença de avançar ou reverter danos aos órgãos internos. Desde
esclerodermia afeta indivíduos de forma diferente, os médicos devem
terapia sob medida para gerir órgãos específicos sintomas. Exemplos de
órgãos específicos tratamentos incluem medicamentos como os inibidores
da ECA e bloqueadores dos canais de cálcio e inibidores da bomba de
prótons . Inibidores da ECA são muito eficazes para crise renal da
esclerodermia. Do canal de cálcio são úteis na prevenção de ataques de
Raynaud, e da bomba de protões inibidores melhorar os sintomas de
refluxo ácido. Infelizmente, esses medicamentos não afetam
esclerodermia associados pulmão, músculo, ou doença articular. Enquanto
órgão específico o tratamento é extremamente importante, alguns
especialistas acreditam que uma abordagem mais ampla e possivelmente
mais eficaz poderia ser a detratar o sistema imunológico como um todo .
Transplante de células estaminais e altas doses de tratamento com
ciclofosfamida são dois do sistema imunológico, tais abordagens.
Espera-se que os resultados deste estudo irá fornecer as informações
necessárias para definir o melhor tratamento para os indivíduos que
sofrem de esclerose sistêmica grave. Como saber mais Saiba mais sobre a
esclerodermia Saiba mais sobre o estudo da liderança Saiba mais sobre
estudos de pesquisa clínica Contato com a equipe do estudo em
866-909-SCOT ou contact@sclerodermatrial.org
contact@sclerodermatrial.org | 866-909-SCOT | NIAID Original Text: Stem
cell transplantation and high-dose cyclophosphamide treatment are two
such immune-system-based approaches. No endereço
http://www.hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/celulas-auto
logas-cd34-selecionadas-apos-infusor-hdit.asp Depoimento de usuária de
auto-hemoterapia Data: 29/10/2007 19:22:56 De: Glaide Carvalho IP:
201.9.117.24 Assunto: AH Tenho Esclerodermia a 26 anos e nunca soube o
que é ficar sem crises de inchaços e dores, comecei em abril as
aplicações e estou cada dia melhor, faço de 7 em 7 dias 5ml. não tive
nem um tipo de reação! Pelo contrario só melhoras em tds os sentidos,
mais disposição, sem dores, estou mais magra, pois não fico mais
inchada...não tomo mais corticoídes e fiz tds os exames as taxas estão
ótimas! abraços! Depoimento em
http://inforum.insite.com.br/39550/5220976.html e fotos em
http://naturaleusou.blogspot.com/2009/06/auto-hemoterapia-para-o-bem-do-
planeta.html


publicado por auto-hemoterapia às 22:23
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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
AUTO-HEMOTERAPIA E HOMEOPATIA EVITAM MORTE ANUNCIADA POR ANTICOAGULANTES
A combinação da auto-hemoterapia com a homeopatia pode substituir, com
eficácia e sem riscos, os anticoagulantes usados pela alopatia, como o
Pradaxa, da empresa alemã Boehringer Ingelheim, para fibrilação atrial,
um batimento cardíaco irregular comum em pessoas mais idosas, e a
varfarina, da mesma empresa. Estes "remédios" causam incontáveis mortes
por hemorragia em grande número de pacientes, sem contar que provocam
microderrames cerebrais. A própria empresa alemã Boehringer Ingelheim
afirmou que até agora 260 casos de hemorragias fatais estão ligados a
sua nova pílula anticoagulante Pradaxa, que a empresa quer usar para
substituir varfarina. Vários laboratórios farmacêuticos transnacionais
vendem seus anticoagulantes mortais. Minha mãe, Altiva da Silva
Coimbra, 85 anos, usou a varfarina por um longo período, apesar dos
alertas que fazíamos ao seu cardiologista (de clinica privada) até maio
de 2008, quando o "remédio" provocou o rompimento de um vaso,
felizmente no braço, com cerca de cinco centímetros de comprimento, um
de altura e dois ou três de largura, medidas aproximadas. Seu médico
dizia que a arritmia atrial não tinha controle, embora não fosse tão
grave quanto a arritmia ventricular, controlada por betabloqueadores.
Argumentou que o seu próprio pai conviveu com a doença por cinco anos,
tendo falecido em acidente automobilístico. Foi nesta época que o
acidente acordou o médico, que suspendeu o remédio (que suspenderíamos
de qualquer maneira). Então, reunida família, paciente inclusa,
decidimos de uma vez por todas que minha mãe usaria a auto-hemoterapia,
iniciada em 30 de maio de 2008. Os resultados foram imediatos tanto na
função cardíaca, como na pele. E, entre outros benefícios, matamos um
câncer (basocelular), com três nódulos na face. Fazemos aplicações de
10 ml, a cada cinco dias, sem parar. E vamos prosseguir durante toda
sua vida. Há cerca de um ano, consultado o médico de homeopatia de
minha mãe, o doutor Francisco Xenócrates Tardin, professor titular de
medicina, ele prescreveu um remédio (miocárdio/aorta), em potência que
não vou revelar, que resolveu o problema da arritmia atrial de minha
mãe. Hoje, só ocasionalmente ocorrem episódios desta arritmia, com a
qual minha mãe conviveu 24 horas por dia, por anos. D. Altiva é
cardiopata, enfrentando infarto agudo do miocárdio, com grande lesão, e
duas paradas cardíacas, em 26 de agosto de 2004. O Google aponta
"Aproximadamente 422.000 resultados" para "mortes por anticoagulantes".
Veja um link sobre mortes por anticoagulantes, com o título "Empresa
diz que nova pílula anticoagulante causou 260 mortes", publicada em 12
de novembro de 2011, em
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5467714-EI8142,00-Empre
sa+diz+que+nova+pilula+anticoagulante+causou+mortes.html Ubervalter
Coimbra, jornalista.


publicado por auto-hemoterapia às 23:05
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Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
NÚMERO DE PESSOAS COM HIV CHEGA A 34 MILHÕES NO MUNDO, DIZ ONU; AUTO-HEMOTERAPIA PODE SALVAR TODOS
Número de pessoas com HIV chega a 34 milhões no mundo, diz ONU.
Auto-hemoterapia salvaria todos, ao aumentar sua imunidade em 4 vezes O
aumento da imunidade pela auto-hemoterapia e os efeitos benéficos da
técnica tanto em HIV/Sida(Aids), como em incontáveis doenças, são
comprovados em 11.100 livros, em seis idiomas, sobre ou que se referem
à técnica, como se vê em http://books.google.com.br/ . Mas ONU, através
da Organização Mundial da Saúde (OMS), ignora este fantástico recurso
de prevenção e cura de doenças, optando por retrovirais, caríssimos,
dos laboratórios farmacêuticos transnacionais. Com o emprego da
auto-hemoterapia a OMS também evitaria milhões de mortes por malária.
Ver "Em 2010, houve 2,7 milhões de novas infecções e 1,8 milhão de
óbitos. Unaids divulgou novo censo de soropositivos nesta segunda-feira
(21). ...". Entre inúmeros endereços,
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/numero-de-pessoas-co
m-hiv-chega-34-milhoes-no-mundo-diz-onu.html Como foi publicado nos
Blogs Sapo Auto-hemoterapia, a malária e o HIV/Sida(Aids), doenças que
mais causam mortes em várias partes do mundo, podem ser tratadas e
evitadas com a auto-hemoterapia. A técnica aumenta a imunidade em
quatro vezes, a custo de uma seringa de aplicar injeção. "...As
características de segurança, baixo custo e eficácia imediata da
auto-hemoterapia, indicam sua grande utilidade contra um espectro
enorme de doenças, onde o organismo invasor ou causador se dissemina
através do sangue, sem levar em conta ou independentemente da origem ou
da identidade do organismo causador, incluindo malária, ebola e aids
(Foi indicada a aplicação intramuscular, de auto-hemoterapia, conforme
resultados obtidos, favoravelmente, contra a malária e a Aids, como
forma alternativa). ...". A informação é do PhD Stuart Hale Shakman, e
está no artigo "AUTO-HEMOTERAPIA - A PICADA MÁGICA?", disponível em
http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_6cfwmvb Shakman mantém
informações em seu site sobre auto-hemoterapia no endereço
http://www.instituteofscience.com/autohemo.html Ver ainda nos Blogs
Sap, como em http://auto-hemoterapia.blogs.sapo.mz/1922.html , MALÁRIA
MATA 3 MILHÕES/ANO: OMS IGNORA AUTO-HEMOTERAPIA, TÉCNICA QUE CURA A
DOENÇA


publicado por auto-hemoterapia às 22:51
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Domingo, 20 de Novembro de 2011
MÉDICO PRESCREVE E AUTO-HEMOTERAPIA CURA ERISIPELA

       Em 1951 exercia as funções de Técnico
Agrícola no PZC de Montenehro. Como tal, atendia ainda os casos
de enfermagem junto aos funcionários e seus familiares. Uma
senhora, esposa do ronda Alexandre (ambos já falecidos) sofria
de erisipela em ambas as pernas. Foi encaminhada para a Santa Casa em
Porto Alegre e lá o médico atendente receitou
auto-hemoterapia. Fui incumbido de realizar os procedimentos. Em
três meses a senhora estava curada, rendendo-me um suculento
pernil assado de porco....
GUILHERME STOCKEY - stockey@terra.com.br


CACHOEIRA DO SUL (RS) Depoimento feito
em 04/05/07 no endereço http://www.jornaldopovo.com.br/site/colunas_interna.php?
idColuna=78522

 

Erisipela
 
Erisipela (ou
linfangite estreptocócica) é uma
infecção cutânea causada
geralmente por bactérias
de tipo streptococcus do
grupo A e aureus encontradas em suínos.
Cursa usualmente com eritema, edema e dor. Na maioria dos casos
também com febre e leucocitose (significando atingimento
sistémico). Ao exame objectivo é claramente
perceptível uma linha de demarcação entre a
área não atingida e a área atingida. Pode ser
acompanhada de linfangite e linfadenite. Se evoluir, pode tornar-se uma
trombose.
Ver também
Celulite
(infecção)
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Erisipela

 



publicado por auto-hemoterapia às 21:57
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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011
PESQUISAS MÉDICAS COMPROVAM CURA DO HERPES COM AUTO-HEMOTERAPIA
Auto-hemoterapia em casos de herpes. Medicina da Esperança, parte 2 THE
STORY OF A DOCTOR IN FERME-NEUVE. CBC NEWS 1977 PESQUISAS MEDICAS
CONCLUEM: AUTO-HEMOTERAPIA CURA HERPES. NOTÍCIAS CBC. Em 30 de dezembro
de 1977, a Canadian Broadcasting Corporation de Ottawa apresentou na
rede de televisão nacional: "A História de um Médico em Ferme-Neuve".
Este programa de televisão de Jocelyne Soulodre teve um impacto em
todos os lugares, no Canadá. Auto-hemoterapia em casos de herpes. A
AIDS trouxe de volta à nossa consciência o sistema imunológico, que foi
um pouco relegada à escuridão. Desde o seu aparecimento, agora
freqüentemente falam sobre o nosso sistema auto-imune, vírus, antígenos
e anticorpos. Herpes labial tipo 1, comumente chamada de fogo selvagem,
é um problema tão antigo quanto a Terra. É muito intimamente
relacionada por suas raízes para herpes genital, tipo II. Alguns anos
antes da descoberta do zovirax, droga antiviral (aciclovir) em 1973 ou
em 1974, para o qual um subsídio de US$ 17 milhões de dólares foram
pagos, eu desenvolvi por mim, um tratamento para a herpes labial, que
não custa nada e que não tem absolutamente nenhum efeito colateral nem
contra-indicação. Uma senhora de cerca de trinta anos, tinha ido me
consultar pois nos últimos 12 anos tinha herpes labial. Três
dermatologistas e um alergista não tinham encontrado nenhuma solução
para o seu problema. Ansioso para ajudar esta paciente, eu ponderei
sobre isso por um longo tempo. Quando a idéia veio a mim que o seu
sangue continha antígenos contra os quais era necessário encontrar uma
maneira de agir. Pela injeção de antígenos, o sistema provavelmente
produziria anticorpos. Lembrei-me de ter ouvido sobre auto-hemoterapia,
que consiste em tratar alguém com seu próprio sangue. Mas eu estava
completamente familiarizado com a técnica. Eu, então, comecei com 1 ml,
depois 2, depois 4 ml, e eu definitivamente aprovei a dose de 10 ml em
minha prática, com resultados espetaculares. Eu estava retirando 10 ml
de sangue de uma veia do braço, e o injetava de volta via
intramuscular, no músculo glúteo (nádegas), nada mais. As lesões secam
dentro de 2 ou 3 dias e a dor desaparece geralmente no mesmo dia. Eu já
tratei mais de uma centena de casos. Como o aciclovir é um medicamento
caro, com previsões tão extraordinárias, que não resolve o problema
como o previsto. Ele não faz nada, apenas diminui sem nunca resolver. A
prescrição deve ser repetida mensalmente e será necessário tomá-lo por
toda a vida. Ocasionalmente, eu me encontro com ex-pacientes, que
tratei vinte ou mais anos atrás. Eles muito orgulhosos me dizem que
nunca tiveram quaisquer recorrências. Esta é a forma como são feitas as
descobertas. Eu não tenho experiência em um número suficiente de casos
de herpes genital, para afirmar ou não se a auto-hemoterapia é eficaz,
mas tenho a sensação que sim. FONTE: http://www.iptq.com/mh02.htm
Transcrito em http://www.videolog.tv/autohemoterapia e em
http://www.youtube.com/worldautohemotherapy Leia mais: Jornal de
Medicina Alternativa e Complementar O sucesso do tratamento de
infecções herpéticas por Autohemoterapia John H. Olwin Helen, Robert V.
Ratajczak, V. House. O Jornal de Medicina Alternativa e Complementar.
Verão de 1997, 3 (2): 155-158. doi: 10.1089/acm.1997.3.155. Publicado
em Volume: 3 Edição 2: 12 de setembro, 2007 Traduzido para o português
pelo Google Tradutor Dr. John H. Olwin, MD, F.A.C.S. Centro Médico Rush
Presbyterian St. Luke's, em Chicago, IL. Helen V. Ratajczak, Ph.D.
Departamento de Ciências da Vida, Instituto de Pesquisa IIT, em
Chicago, IL. Robert V. Casa, Ph.D. Departamento de Ciências da Vida,
Instituto de Pesquisa IIT, em Chicago, IL. Herpes zoster (zona) acomete
um número significativo de indivíduos com idade acima de 50 anos. Até o
momento, nenhum tratamento satisfatório está disponível. O autor
clínico (JHO) assistiu a uma dramática resposta de um paciente para
telhas autohemoterapia: a dor foi completamente aliviado e lesões ido
dentro de 5 dias sem o retorno de ambos. Tratamento de outros pacientes
herpética começou com autohemoterapia. Vinte e cinco pacientes com
herpes recebiam uma transfusão de sangue autólogo de 10 mL de sangue da
veia antecubital em feixe glútea e seguidos por sinais clínicos. Uma
resposta de 100% favorável ocorreu em 20 pacientes que receberam
autohemoterapia no prazo de 7 semanas do início dos sinais clínicos e
um outro que recebeu autohemoterapia em um intervalo de nove semanas.
Não existem sinais ou sintomas indesejáveis do tratamento ocorreu.
Auto-hemoterapia tem sido demonstrado ser eficaz na eliminação das
seqüelas clínicas nesses casos de infecções por herpes e estes
resultados justificam a investigação clínica rigorosa. Original em
http://www.liebertonline.com/doi/abs/10.1089/acm.1997.3.155 Existem
muitos outros estudos científicos sobre a cura do herpes com
auto-hemoterapia disponíveis na internet.


publicado por auto-hemoterapia às 19:10
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