Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012
Auto-hemoterapia cura convulsões/epilepsia em dois meses

Raiza
Fernandes
de
bauru

rahfernandes@hotmail.com</spa>

Em 25/04/11 23:12
comentou:

 
"Comecei ter crises de convulsões, vivia a base de
remedios controlados, ate que resolvi fucar na internet, e encontrei um
video do DR Moura falando sobre um caso, que ele tratou de um rapaz,
mas com a intenção  de desintoxicar o organismo
dele, devido a muitos anos usando remedios controlados, e fazendo a
auto hemoterapia acabou curando a disritimia. Na hr nem pensei, fui
atras de uma enfermeira conhecida que tb faz o tratamento no meu Pai, e
comecei as aplicacoes.. Em dois meses retornei os exames eletros ,
mapeamentos... e aonde foi parar meu foco epilético?? AUTO
HEMOTERAPIA É VIDA!!!!!!!!!!!!!!!"

 
Depoimento
transcrito de h
ttp://www.gaparp.org.br/noticias/index.php?id=16553#comentario
 


publicado por auto-hemoterapia às 10:58
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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012
PhD: NA GUERRA ÀS DOENÇAS, A AUTO-HEMOTERAPIA DEVE SER USADA NA LINHA DE FRENTE EM TODOS OS PRONTOS-SOCORROS E EM COMUNIDADES REMOTAS

A auto-hemoterapia deve ser aplicada em todos os primeiros atendimentos médicos nos pronto-socorros e, em comunidades carentes e áreas remotas, como medida preventiva. Nos pronto-socorros, antes mesmo do diagnóstico da doença que atinge o paciente. A técnica é eficaz, barata e simples, e cura ao aumentar a imunidade em quatro vezes.

Esta é a recomendação que faz o autor de “Autohemotherapy Reference Manual - Definitive Guide and Historical Review From Bloodletting to Stemcells - A technical report by Stuart Hale Shakman”. Shakman, PhD, é diretor executivo do Instituto de Ciências de Santa Mônica, Califórnia, nos Estados Unidos da América (USA).
A auto-hemoterapia é um tratamento particularmente importante em doenças como a malária, dengue, cólera, entre outras  de rápida evolução, podendo levar ou paciente à morte, e que são doenças epidêmicas.
Shakman faz uma síntese, depois de analisar centenas de livros sobre auto-hemoterapia: “WAR ON DISEASE: MOVE AUTOHEMOTHERAPY TO FRONT LINES”. Argumenta, que “a auto-hemoterapia poderia muito bem ser incorporada em todos os primeiros-socorros, classes, programas de treinamento de escoteiros, treinamento de sobrevivência, etc, e adotado como um tratamento universal de primeira instância. Uma vez adotadas, o paciente de qualquer doença sistêmica pode ser colocado imediatamente no caminho para a recuperação ou pelo menos acionar meios eficazes de defesa, enquanto a ajuda médica é procurada e ao mesmo tempo em que ajuda médica está tentando descobrir o que está errado e como corrigi-lo. Auto-hemoterapia é a resposta ideal imediata em tantas doenças”.
 
O PhD lembra que a moderna medicina faz a retirada de amostras de sangue para o dianóstico da doença. E então afirma “... seria fácil e prudente, como
clínica geral, para tirar 10/03 cc mais do que é necessário para testes e reinjetar esta quantidade de sangue por via subcutânea ou por via intramuscular. Assim, o paciente estaria em uma maior posição para ficar melhor mesmo que nunca o médico descobre o que está errado. E desta forma, o "ficar melhor" custos nada, em contraste com o sangue, os próprios testes que podem ser muito demorado, caro e nem sempre conclusivos.”

Shakman é também autor de “REFERENCE MANUAL ROSENOW ET AL "Medical Guide of the Future" [JAMA 1938] Microbial Infection, Variation, Localization”. Cientista (1875-1966), E.C. Rosenow foi assíduo colaborador do jornal da Associação Médica Norte-Americana (Jama, na sigla em inglês) e publicou, já no terceira década do século passado uma relação com dezenas de doenças onde a auto-hemoterapia tinha sido provadamente eficaz. Entre elas, câncer, hanseníase (então chamada “lepra”), tuberculose e, até septicemia. O que quer dizer que o uso da auto-hemoterapia curaria um paciente com infecção generalizada.
 
Hoje, a auto-hemoterapia é provadamente eficaz em centenas de outras doenças, segundo a literatura médica especializada moderna. 
 
O autor de Autohemotherapy Reference Manual - Definitive Guide and Historical Review From Bloodletting to Stemcells - A technical report dá destaque ao uso imediato da auto-hemoterapia em casos de malária, Aids/Sida, ebola, entre outras doenças. “No topo da lista de prioridades para aplicações auto-hemoterapia a malária”, afirma.
 
Depois de considerações sobre um método testado no tratamento da malária, Shakman defende “a formação de pessoal indígena na administração de auto-hemoterapia. A beleza de auto-hemoterapia, além de sua especificidade inigualável e segurança, é simplicidade. Operadores não precisam ser formados em outras áreas, e programas extensos podem ser realizadas por "exércitos" de indígenas, trabalhadores em áreas rurais ou remotas. Se este programa é seguido na malária, que agora infecta centenas de milhões e mata milhões a cada ano, pode ser importante em um ridiculamente curto período de tempo. Esta receita que parece igualmente adequada para outros insetos, em doenças transmitidas por vectores, e de insidiosas doenças emergentes em misteriosa condições, por exemplo, ebola”.
 
Citando  o dr. Rosenow, lembra até da paralisia infantil, onde a auto-hemoterapia foi usada com sucesso no início da infeção. Lembra que doenças desconhecidas, cujos doentes poderiam ser favorecidos com a aplicação da auto-hemoterapia mesmo antes do diagnóstico, para afirmar: “Auto-hemoterapia: A terapia é imediatamente disponível que irá, sem dúvida, ajudar. Não causa agravamento das condições em vítimas, mas, sem dúvida, fornecer alguma medida de assistência em prevenir o curso da doença  ... “.
 
Ainda recomenda que “para garantir conformidade com esta programação, os pacientes (ou familiares responsáveis membros) podem ser instruídos em auto-administração como é feito atualmente nos casos de auto-administrado terapias para o diabetes e enxaqueca. Assumindo que não há foco persistente no hospedeiro que continua a alimentar patógenos ou suas formas derivadas na corrente sanguínea, auto-hemoterapia pode ser curativa. No entanto, na presença contínua de tal foco, a continuação da terapia seria indicada pelo menos até que o foco é totalmente removido.”
 
AUTO-HEMOTERAPIA NO MUNDO – A técnica defendida com tanta veemência por Shakman e outros autores, é praticada em todo o mundo, embora por pequenos grupos de profissionais. Um trabalho orquestrado pelos laboratórios farmacêuticos transnacionais após a descoberta dos antibióticos, levou a técnica ao esquecimento com o argumento    de que a auto-hemoterapia era velha, fora de moda, e superada pelos antibióticos.
 
Uma vigorosa campanha mundial pela utilização da auto-hemoterapia está em curso.
 
No Brasil, os brasileiros, usuários e profissionais de saúde, lutam para que a auto-hemoterapia seja aplicada nos quatro cantos do país. Principalmente em áreas remotas, como na região Amazônica, e regiões de extrema pobreza, em todo território nacional. São abundantes na internet  relatos de cura de centenas de doenças, entre as quais cânceres, Parkinson, Alzheimer. O médico Luiz Moura deu didática entrevista sobre a técnica, como se vê em http://video.google.com/videoplay?docid=-455432063378520 9094# o que permitiu a redecoberta da auto-hemoterapia no país. O vídeo tem versões legendadas em inglês e espanhol.
 
Já nas primeiras décadas do século passado, a auto-hemoterapia era provadamente eficaz nas seguintes doenças, segundo Rosenow. Lista  no informe “Espectro da AHT segundo o dr. Shakman”em http://inforum.insite.com.br/66763/msgs/33/ A relação médica moderna comprovando a eficácia da técnica incorpora centenas de outras doenças, inclusive de origem genética.
 
Na vasta literatura científica que respalda a auto-hemoterapia, livros como “Harald Krebs - 2007 - 166 páginas” no link http://books.google.com.br/books?id=v9VCpONbKswC&printsec=fron tcover&dq=eigenbluttherapie&cd=1#v=onepage&q=&f=false  
 
E, “Bulletin des sociétes d´ophtalmologie de France: Volume 73, Edição 3    Société d'ophtalmologie de Paris – 1973” em http://books.google.com.br/books?id=O4_oAAAAIAAJ&q=A utoh%C3%A9moth%C3%A9rapie&dq=Autoh%C3%A9moth%C3%A9rapie&hl=pt-BR &sa=X&ei=QPcfT5uzIYL6ggfps6ynDw&ved=0CF4Q6AEwCDha
 
Observação: as traduções do texto foram feitas por http://translate.google.com.br/#
 
SERVIÇO - “Autohemotherapy Reference Manual - Definitive Guide and Historical Review From Bloodletting to Stemcells - A technical report by Stuart Hale Shakman”, uma das principais referências sobre a auto-hemoterapia em inglês, está agora disponível em português, entre outros idiomas. Pode ser comprado no endereço http://instituteofscience.com/books.html ; Shakman, PhD, é diretor executivo do Instituto de Ciências de Santa Mônica, Califórnia, USA.
Ubervalter Coimbra,
é repórter.


publicado por auto-hemoterapia às 21:37
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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
DOENTES DO CORAÇÃO RELATAM MELHORAS COM USO DE AUTO-HEMOTERAPIA

 

 
“Sou Cardiopata desde 1981. Já me
submeti a 3 cirurgias cardíacas. Sou portador de Protese Mitral
Metálica desde maio/1985. Também sou diabético
insulina-dependente. Faço auto-hemoterápia desde outubro
de 2009. Os meus médicos já suspenderam 80% dos
medicamentos que eu tomava em 2009.Estou com mais de dois anos que
não tenho nenhuma infecção respiratória,
que eram frequentes devido ao meu problema de insuficiência
cardíaca.Já estou com 60 anos de idade e hoje estou
vivendo normalmente. Eu sempre digo que se não fosse a
Auto-hemoterapia eu já estaria no plano espiritual. Na minha
casa 12 pessoas da família são adeptos ao tratamento do
sangue. Veja meu blog: http://www.autoht.zip.net”,
depoimento de JOSE CLAUDIO CARDOSO DE OLIVEIRA

 
No blog: “BENEFÍCIOS DA AUTOHEMOTERAPIA,
EM  2 ANOS DE USO
-  CLAUDIO CARDOSO 
-
  Ao completar dois anos de aplicação
semanal(outubro/2009 à outubro2011) de 5ml do meu próprio
sangue no músculo dos braços, só acumulei
benefícios. São dois anos sem nenhuma virose,
infecções respiratórias ou mesmo
infecções causadas nos pés (sou diabético).
Antes da autohemoterapia, eu vivia tomando antibióticos para
minhas amigdalites e pneumonias constantes.Graças a Deus
encontrei este tratamento preventivo maravilhoso que só me
trouxe disposição e vigor físico, apesar da minha
cardiopatia grave e  diabetes há 35 anos.Já passei
por três cirurgias cardíacas, com colocação
de Prótese Mitral Metálica, em maio de 1985.
Quando iniciei a autohemoterapia, em outubro de
2009, tomava vários medicamentos para diabétes e
cardiopatia, conforme relação
abaixo:
DIABÉTES:

Metformina
500mg (4 comprimidos diários)

Insulina
(40 UI dia)
CARDIOPATIA

Sinvastatina 40mg ( 1 comprimido a noite)

Ramipril 5
mg (1 comprimido pela manhã)

Selozok
50mg (2 comprimidos dia)
Marevan 5mg (2 comprimidos
dia)
Miodarona 200mg (1 comprimidos
dia)
Furozemida 40mg (2 comprimidos
dias)
Espiromadactone 25mg (1 comprimido
dia).
Hoje, não tomo nenhuma
medicação para o coração, com a
exceção do Ramipril para controle da pressão
arterial ; Marevan para evitar trompos na Válvula
Metálica e  insulina para controle do diabetes.
É mais do que uma prova da eficacia da
autohemoterapía. Completei 60 anos de vida, me sinto bem
fisicamente e sem nenhuma sequela do diabétes. A autohemoterapia
pode até não curar todas as doenças, mas prolonga
a sobre vida dos pacientes que respeitam os seus limites físicos
e mantem suas aplicações
semanais.”
 
 
 
jose carlos olivieri 3 horas
atrás 
 
Achei fantástico!!! 
 

Gostaria tambem de registrar meu depoimento
quanto à prática de auto-hemoterapia. 

 
Tenho (tinha?) um
entupimento na artéria ilíaca que dificultava a
circulação sanguínea em minha perna esquerda. Como
consequencia, a dificuldade para caminhar era muito grande, poiis
sentia muitas dores. 
 
Hoje, depois de 14 aplicações, praticamente as
dores cessaram/diminuiram substancialmente. Em Janeiro pretendo voltar
ao meu médico vascular e fazer novos exames a fim de verificar
se as placas de ateroma estão diminuindo e, se isto acontecer,
vou passar a informação para o site. 

 
Jose
Carlos 
 
http://amigosdacura.ning.com/forum/topics/auto-hemoterapia-na-globo-e-r
ecomendada-por-um-veterinario
...
 

Link http://hemoterapia.org/videos/comentarios/mais-comentari
os-no-amigos-da-cura-e-facebook-quem-disse.asp


publicado por auto-hemoterapia às 10:40
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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012
AUTO-HEMOTERAPIA: EM ARTIGO SIMPLES E CURTO, O DR. LUIZ MOURA EXPLICA A TÉCNICA
O médico dr. Luiz Moura é um dos grandes conhecedores e divulgadores da
auto-hemoterapia. Nasceu em 04 de maio de 1925 e cursou a Faculdade
Nacional de Medicina, a principal do Brasil em sua época, entre 1943 e
1947. Ele produziu um artigo simples, curto, onde explica a técnica. A
auto-hemoterapia foi praticada pela primeira vez em 1898 e foi
intensamente usada até meados do século passado. Grupos de
profissionais de saúde continuaram sem emprego em todo o mundo, mas em
pequena escala. Graças à internet, a entrevista do dr. Luiz Moura dá
uma nova dimensão à auto-hemoterapia, pois permitiu que fossem buscadas
e divulgadas informações só encontradas nestes pequenos grupos. Hoje,
milhões de pessoas estão decididas a tornar a auto-hemoterapia uma das
principais ferramentas para recuperação ou manutenção da saúde em todo
o planeta. Auto-Hemoterapia ________________________________________
Dr. Luiz Moura 2 AUTO-HEMOTERAPIA É um recurso terapêutico de baixo
custo, simples que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no
músculo, estimulando assim o Sistema Retículo-Endotelial,
quadruplicando os macrófagos em todo organismo. LUIZ MOURA SUMÁRIO A
técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia - comumente da prega
do cotovelo - e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada
acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml a 20ml,
dependendo da gravidade da doença a ser tratada. O sangue, tecido
orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia
uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E. A medula
óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e
recebem então a denominação de macrófagos. Antes da aplicação do
sangue, em média, a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a
aplicação a taxa sobe e, ao fim de 8h, chega a 22%. Durante 5 dias
permanece entre 20 e 22%, para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir
a aplicação da auto-hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há
sangue no músculo. As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os
corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de
vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que, quadruplicados,
conseguem assim vencer estes estados patológicos ou, pelo menos,
abrandá-los. No caso particular das doenças auto-imunes, a autoagressão
decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue
aplicado no músculo, melhorando assim o paciente. 1. HISTÓRICO Em 1911,
F. Ravaut registra: modo de tratamento auto (uno mismo, haima - sangra)
empregado em diversas enfermidades infecciosas, em particular na febre
tifóide e em diversas dermatoses. Ravaut usa a autohemoterapia em
certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos (dicionário
enciclopédico de medicina, T.1, de L. Braier). Em 1941 o Dr. Leopoldo
Cea, no Dicionário de Términos Y Expressiones Hematológicas, pg 37,
cita: Auto-hemoterapia, método de tratamento que consiste en injetar a
uno indivíduo cierta cantidad de sangre total (suero Y glóbules),
tomada de este mismo indivíduo. H. Dousset - Auto-Hemoterapia -
Técnicas indispensáveis. É útil em certos casos para dessensibilizações
- 1941. 3 Stedman - Dicionário Médico - 25ª edição - 1976 - pág 129 -
Autohemotherapy - Auto-hemoterapia - tratamento da doença pela retirada
e reinjeção do sangue do próprio paciente. 1977 - Index Clínico - Alain
Blacove Belair - Auto-hemoterapia - terapêutica de dessensibilização
não específica. Entretanto foi o professor Jésse Teixeira que provou
que o S.R.E. era ativado pela auto-hemoterapia, em seu trabalho
publicado e premiado em 1940 na Revista Brasil - Cirúrgico, no mês de
Março. Jésse Teixeira provocou a formação de uma bolha na coxa de
pacientes, com cantárida, substância irritante. Fez a contagem dos
macrófagos antes da auto-hemoterapia, a cifra foi de 5%. Após a
auto-hemoterapia a cifra subiu a partir da 1ª hora, chegando após 8
horas a 22%. Manteve-se em 22% durante 5 dias, e finalmente declinou
para 5% no 7º dia após a aplicação. 2. A AÇÃO TERAPÊUTICA DA
AUTO-HEMOTERAPIA Entre 1943 e 1947, quando cursava a Faculdade Nacional
de Medicina, apliquei a auto-hemoterapia cumprindo ordem de meu pai,
Professor Pedro Moura, nos pacientes que ele operava na Casa de Saúde
S. José no Rio de Janeiro. A primeira aplicação era feita na residência
do paciente e a 2ª, 5 dias depois, na Casa de Saúde, no quarto do
paciente, e era sempre de 10ml. A finalidade da aplicação era evitar
infecção ou outra complicação infecciosa pulmonar, já que a anestesia
na época era em geral com éter, que irritava bastante os pulmões. O
cirurgião geral, Dr. Pedro Moura adotou este método face ao sucesso do
Professor Jésse Teixeira, que registrou em 150 cirurgias as mais
variadas, 0% de complicações infecciosas post-operatórias, em 1940.
Depois de formado continuei a aplicar a auto-hemoterapia apenas em
casos de acne juvenil e algumas dermatoses de fundo alérgico.
Entretanto, devo ao Dr. Floramante Garófalo, em 1976, quando este tinha
então 71 anos, o conhecimento que resultou em mais abrangência da ação
terapêutica da auto-hemoterapia. Em março de 1976 o Dr. Garófalo
queixou-se de fortes câimbras em sua perna direita quando caminhava
mais de 100 metros. Sugeri ao colega que procurasse o angiologista, Dr.
Antônio Vieira de Melo. Este decidiu fazer arteriografia da femural
direita, sendo constatada obstrução de cerca de 10cm ao nível do terço
médio da coxa direita. O angiologista disse ao Dr. Garófalo que
resolveria o problema com uma prótese, que substituiria o segmento da
artéria femural obstruída. O Dr. Garófalo disse ao angiologista que "não
quero me tornar um homem biônico, amanhã terei outra artéria obstruída
e terei que colocar novas próteses. Vou resolver o problema com a
auto-hemoterapia". 4 Eu então me ofereci para fazer as aplicações.
Durante 4 meses, de 7 em 7 dias, aplicava 10ml de sangue no Dr.
Garófalo, que então decidiu se submeter a nova arteriografia de femural
direita, já que podia caminhar normalmente. Porém, o Dr. Antônio Vieira
de Melo acreditava que era impossível que a artéria estivesse livre da
obstrução, atribuindo a melhora à sugestão. Repetida a arteriografia,
não havia mais nenhuma obstrução na femural direita. Foi então que o
Dr. Garófalo me presenteou com os trabalhos de Jésse Teixeira, de 1940
e de Ricardo Veronesi, de 1976. O estímulo do S.R.E comprovado por
Jésse Teixeira e as ações deste, bem explicadas no trabalho de Ricardo
Veronesi, explicavam a desobstrução da artéria femural de Garófalo e
abriam um enorme campo no tratamento das doenças auto-imunes. Em
setembro de 1976 internou-se na Clínica Médica do Hospital Cardoso
Fontes uma paciente cujo diagnóstico foi esclarecido pela consultora
dermatológica da Clínica, Dra. Ryssia Álvares Florião. Feitas as
biópsias nas mamas, abdômen e coxa de A. S. O. (F) - 52 anos,
encaminhadas estas à patologista do Hospital, Dra. Glória de Morais
Patello, o diagnóstico foi: esclerodermia, fase final. A Dra. Ryssia,
que tinha sido residente em Clínica Dermatológica nos Estados Unidos da
América, em Nova York, para onde convergiam os pacientes com E. S. P.,
disse que pouco podia fazer pela paciente, pois aquela Clínica era nada
mais que um depósito de esclerodérmicos"" Iniciei o tratamento da
paciente com E. S. P., no dia 10/09/1976. Para provocar o desvio
imunológico, e assim aliviar a paciente, apliquei 5ml de sangue em cada
deltóide e 5ml em cada glúteo, de 5 em 5 dias. A paciente já não
caminhava há 8 meses e não deglutia sólidos, só líquidos, devido à
estenose do esôfago. Dia 10/10/1976 a paciente saía andando do
Hospital, com alta melhorada assinada pela Dra. Ryssia. A paciente
continuou o tratamento com a dose reduzida para 10ml de sangue por
semana. Em maio de 1977 a paciente A. S. O. foi reinternada para
avaliação, sendo constatada grande melhora em relação ao dia
10/10/1976, quando teve alta no ano anterior. Surgiu na ocasião um
concurso patrocinado pelo Laboratório Roche - Hospital Central da
Aeronáutica. Redigimos então um trabalho minuciosamente documentado,
tanto com exames complementares como também com fotografias em slides
da paciente, em setembro de 1976 e maio de 1977. O concurso, cujo tema
era originalidade, não publicou o trabalho. A partir deste caso, em que
a auto-hemoterapia comprovou ser poderosa arma terapêutica em doenças
auto-imunes, passei a aplicá-la também em doenças alérgicas, com
excelente resultado. Apresentarei resumidamente alguns casos que
merecem destaque: . 1980 - M. das G. S. - 28 anos, funcionária da
Petrobrás. Diagnóstico esclerodermia sistêmica progressiva - Decisão da
chefia médica da Petrobrás - aposentar a paciente. Há 22 anos vem se
tratando com a auto5 hemoterapia. Está assintomática e deverá se
aposentar em 2005 por tempo de serviço. . 1980 - G. S. C. (F), 55 anos -
Diagnóstico - MIASTENIA GRAVIS, pelo Instituto de Neurologia - Av.
Pasteur - RJ. A paciente, atualmente, embora com a doença, vive
normalmente, toma ônibus. É a única paciente que sobrevive entre
aquelas diagnosticadas em 1980 como miastenia gravis, no Instituto de
Neurologia. . 1982 - J. da S. R. (M), 30 anos - Diagnóstico - Doença de
CROHN - Tratou-se com a auto-hemoterapia de 10ml semanais durante 1
ano. Até a data atual nenhum sintoma teve da moléstia que o acometeu em
1982. . 1990 - M. da R. S. (M), 22 anos - Doença de CROHN -
Curiosamente a moléstia começou após o paciente ser assaltado, quando
na ocasião fazia o vestibular para Odontologia. Prescrevi a
auto-hemoterapia, que foi aplicada pelo próprio pai do paciente. Até
hoje assintomático. . 1997 - R. S. (F), 35 anos - Diagnóstico - L.E.S. -
A autohemoterapia permitiu à paciente ter vida normal, viajando para o
exterior com crianças de rua que ela ensina a bailar. Em 1978, minha
filha que vive na Espanha, tinha ovários policísticos, não ovulava, era
estéril. Solicitei ao Dr. Pedro - ginecologista e obstetra - que
fizesse a autohemoterapia de 10ml semanais. Após 6 meses ela engravidou
e, repetido o exame com insuflação tubária, já não haviam mais cistos.
O Dr Pedro fez o parto de meus netos, um casal, hoje com 20 e 21 anos
respectivamente, e prosseguiu aplicando DIU ao longo de 20 anos, a fim
de evitar gravidez indesejada. . 1990 - M. D. C. (F), 24 anos - A
paciente começou a apresentar petequias e epistaxis freqüentes. Quando
apresentou otorragia, foi encaminhada a um hematologista, que
diagnosticou como púrpura trombocitopênica. Durante 6 meses foi tratada
com corticoesteróides em altas doses, até que estes não mais surtiram
efeito e as plaquetas baixaram para 10.000mm3 de sangue. O
hematologista decidiu usar quimioterápico, conseguindo a elevação das
plaquetas para níveis quase normais durante 2 meses. Os quimioterápicos
não surtiram mais efeito e a paciente foi encaminhada para um cirurgião
para se submeter a 6 esplenectomia. A paciente se recusou quando o
cirurgião não garantiu que o fígado assumiria a função do baço. A
paciente me procurou e eu mandei aplicar a autohemoterapia. As
plaquetas se normalizaram, a paciente depois teve mais 2 filhos, e vive
vida normal com o seu baço. . 1982 - M. - (F) - A paciente aluga
cavalos para turistas em Visconde de Mauá. Foi picada por uma aranha
armadeira em sua perna direita, que gangrenou, ficando exposta a tíbia.
Foi internada na Sta. Casa de Rezende, onde foi decidida a amputação.
Já na mesa de cirurgia, a paciente decidiu que não aceitava a amputação
da perna, como preconizava o Instituto Butantã para estes casos.
Assinou termo de responsabilidade e foi liberada. Me procurou, e eu
institui a auto-hemoterapia e a lavagem da ferida com solução de
cloreto de magnésio, como fazia Pierre Delbet, cirurgião na guerra de
1914 a 1918. Em 20 dias a paciente estava curada, trabalhando com sua
perna até hoje. Esperamos que a Medicina Complementar, através de sua
Revista, divulgue uma técnica terapêutica que muito pode fazer para,
pelo menos, aliviar o sofrimento do ser humano. 2004 Em
http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_moura.pdf O dr. Luiz Moura deu
esclarecedora entrevista sobre auto-hemoterapia, produzida em DVD. A
entrevista dura 2h37min55s. No endereço
http://video.google.com/videoplay?docid=-4554320633785209094#
Transcrição do DVD com a entrevista do dr. Luiz Moura em
http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-dvd.htm


publicado por auto-hemoterapia às 12:17
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Domingo, 15 de Janeiro de 2012
VASTA LITERATURA CIENTÍFICA MODERNA CONFIRMA EFICÁCIA DA AUTO-HEMOTERAPIA

Uma simples busca em http://books.google.com.br/?  com as
palavras auto-hemoterapia em seis idiomas (auto-hemoterapia, em
português;   autohemoterapia, em espanhol;  
Autohémothérapie, em francês;  
autohemotherapy, em inglês;   eigenbluttherapie, em
alemão;  e, autoemoterapia, em italiano) irá mostrar
como a Ciência Moderna vem estudando a técnica. E
confirmando sua eficácia, já registrada em livros
produzidos em grande quantidade até meados do século
passado.

Eigenbluttherapie, por exemplo, nos dará entre
muitos outros títulos e autores, “Praxis
der Eigenbluttherapie‎
, <
span>Harald Krebs</span>- 2007 - 166
páginas”
no endereço
h
ttp://books.google.com.br/books?id=v9VCpONbKswC&printsec=frontcover&
amp;dq=eigenbluttherapie&cd=1#v=onepage&q=&f=false
 

Também indicará, já traduzido pelo
Google “Dagmar Lanninger-Uecker - 2003 - 126 páginas - No
entanto, nós, os resultados positivos da imuno-terapia
Modulative terapia de sangue autólogo agindo potenciado por
aplicações freqüentes ainda mais impressionante.
Além disso, uma variante que Eigenharntherapie potenciado
...”.
 
Em
ingles, além do clássico “
AUTOHEMOTHERAPY REFERENCE MANUAL Definitive
Guide and Historical Review From Bloodletting to Stemcells A technical
report by S. Hale Shakman”, uma das principais
referências sobre a auto-hemoterapia em inglês (está
agora disponível em português), do PhD e diretor
executivo do Instituto de Ciências de Santa Mônica,
Califórnia, USA http://instituteofscience.com/books.html
vamos encontrar muitos outros.
 

Como, já
traduzido, “
Quarterly
Journal of Studies on Alcohol, Volume 23 Howard Wilcox Haggard, Rutgers
Center of Alcohol Studies, Yale Centro de Estudos de Álcool 1962
- Sulfadiazina, sulfato de magnésio, glicose, auto-hemoterapia,
vitaminas, brometos, a cafeína e pequenas doses de drogas foram
dadas como tratamento inicial para 108 doentes alcoólicos, dos
quais 28 tinham psicoses alcoólicas ...”.

 
No francês Autohémothérapie,
“Autohémothérapie locale dans l'angiodermite
nécrotique : étude pilote”, de 2005, original
no endereço http://www.em-consulte.com/article/155339
é resultado de um estudo cientifico da maior importância,
ao provar que a auto-hemoterapia é capaz desobstruir os vasos
sanguíneos, permitindo a cura da doença.

 
Também,
traduzido, “Annals of
Dermatology e
Syphilology: Volume 90 Sociedade Francesa de Dermatologia e Syphilology
- 1963 - Visualização de Trechos
Posteriormente,
corticosteróides ou doses baixas ou uma série de
auto-hemoterapia n'apportèrent uma cura ... 100 associados com
auto-hemoterapia suficiente para garantir a cura quase completa dois
anos de um homem de 83 anos ...”
 

Do espanhol, registre-se, entre tantos “Archivos de oftalmología de
Buenos Aires: Volume 41
Sociedad Argentina de Oftalmología
Existen una gran variedad de trabajos que demuestran la bondad del
método de la autohemoterapia, sencillo, ... Tenemos una
experiencia bastante amplia sobre la autohemoterapia, creemos que es
una excelente tétonica sobre todo por su
...”.
- 1966 -
Visualização de trechos
 

O conjunto da literatura antiga e a moderna confirma que, ao
aumentar a imunidade em quatro vezes, a auto-hemoterapia
vence, ou no mínimo ajuda a reduzir os danos, de todas
as doenças. Trata-se, portanto, de técnica que não
se pode dispensada em programas de saúde pública em
nenhum país do planeta.
 

Ubervalter Coimbra,
jornalista
(Brasil).

 



publicado por auto-hemoterapia às 17:08
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012
NOTAS SOBRE O TEXTO HÁ 72 ANOS CIENTISTA CONFIRMAVA EFICÁCIA DA AUTO-HEMOTERAPIA
NOTAS SOBRE O TEXTO HÁ 72 ANOS CIENTISTA CONFIRMAVA EFICÁCIA DA
AUTO-HEMOTERAPIA E EXPLICAVA SEU FUNCIONAMENTO Médico brasileiro fez
pesquisa que entrou na história da auto-hemoterapia ao explicar o
mecanismo de seu funcionamento, depois de comprovar sua eficácia.
Complicações Pulmonares Pós-Operatórias Dr. Jésse Teixeira Complicações
Pulmonares Pós-Operatórias ...", texto publicado neste blog. 1) O dr.
Luiz Moura explica: "... Ele (N.R. seu pai) fazia isso porque o
trabalho do Jésse Teixeira, que foi feito especificamente para evitar
infecções pós-operatórias, e que resultou num prêmio de cirurgia, no
maior prêmio de trabalho publicado em 1940 e foi traduzido em duas
línguas, para o francês e para o inglês esse trabalho foi um sucesso
enorme, o trabalho do Jésse Teixeira. O meu pai usava esta técnica,
porque ele tinha lido o trabalho de Jésse Teixeira. Ele tinha 150
cirurgias, operações diferentes dos mais variados, comparados com
outras 150 cirurgias idênticas que em uma teve 0% de infecções
pós-operatórias, quando aplicado o sangue e na outra que não aplicava,
a título de contraprova, ele não aplicava o sangue, as mesmas
cirurgias, as mesmas operações, ele teve 20% de infecções. Porque havia
naquela época o grande problema era mais infecções pulmonares no
pós-operatório, porque a anestesia era feita com éter, e o éter
irritava muito os pulmões. Havia uma facilidade muito grande de
infecções. ...". Ver na transcrição do DVD do dr. Luiz Moura em
http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-dvd.htm 2) "... Muito bem,
agora o que é triste, triste, é que, o que o Prof. Jésse Teixeira
descobriu em 1940, em 1976, 36 anos depois ainda estava sendo estudado
em países do primeiro mundo em ratos e aqui não teve a divulgação que
deveria, está aqui, esse trecho aqui: ( Dr Luiz Moura lê outro trecho
do trabalho do Dr. Ricardo Veronesi) Doenças Degenerativas O Sistema
Retículo Endotelial, exerce papel importante na homeostase (quer dizer,
manter o organismo saudável) inclusive dos Lípides (das gorduras) dessa
maneira tem se demonstrado em animais que o Sistema Retículo Endotelial
está implicado na produção e excreção do colesterol, quer endógeno como
exógeno. Conclui-se daí que a hipercolesterolemia e, talvez, a
arterosclerose (processo degenerativo das artérias que vão endurecendo)
depende do perfeito funcionamento do Sistema Retículo Endotelial,
podendo ser reduzida a taxa do colesterol sanguíneo através da
imunoestimulação do sistema conforme experiências realizadas em ratos
na Universidade do Tenessee (quer dizer, enquanto em 1940 no Brasil, o
Prof. Jésse Teixeira descobriu em ser humano como estimular o Sistema
Retículo Endotelial em 1976, 36 anos depois, nos Estados Unidos, no
Tenessee, estava se estudando em ratos.) Estamos realizando
experiências em tal sentido no serviço do professor Luiz V. Décourt em
São Paulo. (acima, entre parênteses, comentários e explicações do Dr
Luiz Moura sobre os trechos do Trabalho do Dr. Ricardo Veronesi) Quer
dizer, então a AH é um recurso de enorme valor, porque com essa
amplitude que o avanço da imunologia deu, porque antes realmente só se
sabia que combatia as infecções, eu só usava por exemplo, para reduzir
o tempo de cura, por exemplo, de uma pneumonia, dava o antibiótico, eu
usava simultaneamente a AH, com isso eu conseguia reduzir, primeiro a
quantidade de antibiótico, a pessoa não precisava tomar tanto
antibiótico, e o tempo de cura se acelerava por que o antibiótico fazia
uma parte, quer dizer, paralisava a reprodução dos microorganismos por
micróbios e a AH estimulava os macrófagos a devorar esses micróbios.
Então complementava a ação um do outro e com isso eu tive resultados
muito bons, em doenças, como pneumonias, até duplas graves e tudo, e
resolvia os problemas associando esses dois recursos, um que paralisava
a reprodução, porque muita gente pensa que antibiótico é bactericida,
não, antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das
bactérias, quem mata bactéria é nosso sistema imunológico, ele quem
completa o trabalho do antibiótico, o antibiótico dá chance de ativar o
organismo para vencer a infecção. ...". Ver na transcrição do DVD do
dr. Luiz Moura em http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-dvd.htm 3)
O médico e pesquisador Jorge Martins Cardoso afirma: "... Observação do
escriba: o que deve chamar a atenção dos leitores, e o que deixou o
escriba extremamente impressionado, é que, já nas décadas de 30 e 40,
cientistas e médicos, já sabiam que a autohemotransfusão, poderia atuar
sobre o sistema nervoso autônomo de uma maneira que beira a perfeição,
evitando uma variedade de doenças que, ainda hoje são tão comuns, como
é o caso, por exemplo, da hipertensão arterial. Como terapia
complementar, a auto-hemoterapia, tem uma ação preventiva e curativa
sobre os casos de hipertensão, quase perfeita. Então, a
auto-hemoterapia foi "perfeitamente escondida" da maioria dos médicos,
durante décadas. Não devemos esquecer, nem perder de vista, os
bilionários interesses da indústria farmacêutica, em manter "muito bem
escondida" a auto-hemoterapia, a ponto de, (e aqui poderíamos apenas
supor), "forçar" o Conselho Federal de Medicina a emitir uma resolução,
proibindo a prática da auto-hemoterapia, ou mesmo que seja realizada
qualquer pesquisa científica sobre o assunto, em todo o território
nacional. Para o CFM e para a indústria farmacêutica, a palavra
auto-hemoterapia deve sumir do mapa, sumir da história para sempre. Por
quê? Multidólares! (4) - O sistema retículo endotelial de
Aschoff-Landau - tal sistema será descrito com mais detalhes em artigos
posteriores. Também deixou muito impressionado o escriba e deve chamar
muito a atenção dos leitores, para o fato de que, já em 1940, o Dr.
Jésse Teixeira ter afirmado que, o Sistema Retículo Endotelial é
"poderosamente estimulado pela autohemotransfusão", ou seja, pela
auto-hemoterapia. Depois de 64 (sessenta e quatro) anos, o médico
carioca Dr. Luiz Moura, através de um DVD divulgado em 2004, repete as
palavras do Dr. Jésse Teixeira e aponta os benefícios da
auto-hemoterapia, no sentido de estimular o Sistema Retículo
Endotelial, isto é, o nosso sistema imunológico, permitindo a prevenção
e a cura de uma enormidade de doenças, algumas delas tidas até como
incuráveis. Exemplos? Depois!... ". Ver em
http://2008.jornaldacidade.net/2008/noticia.php?id=22648 4) O artigo de
Jessé Teixeira, na grafia original está em
http://www.orientacoesmedicas.com.br/opiniao_integra.asp?cdg=2345&u=15


publicado por auto-hemoterapia às 21:17
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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012
HÁ 72 ANOS CIENTISTA CONFIRMAVA EFICÁCIA DA AUTO-HEMOTERAPIA E EXPLICAVA SEU FUNCIONAMENTO
Médico brasileiro fez pesquisa que entrou na história da
auto-hemoterapia ao explicar o mecanismo de seu funcionamento, depois
de comprovar sua eficácia. Complicações Pulmonares Pós-Operatórias
______________________________ Dr. Jésse Teixeira 3 Complicações
Pulmonares Pós-Operatórias (*) ______________________________ Pelo Dr.
Jésse Teixeira ______________________________ SF (*) Trabalho premiado
pela Sociedade Acadêmica de Medicina e Cirurgia - prêmio Cirurgia de
1939. ______________________________ a COMPLICAÇÕES PULMONARES Com o
intuito de contribuir para o estudo das complicações pulmonares
pósoperatórias, principalmente no que se refere à sua profilaxia,
apresentamos aqui o relato de nossas conclusões, baseadas em 150 casos,
dos quais cerca de 60 % observados no Hospital de Pronto Socorro. A
circunstância de ser o Hospital de Pronto Socorro estritamente um
hospital de urgência, confere ao método preventivo que empregamos
segura garantia de eficácia e utilidade. Sabem todos que os imperativos
da cirurgia de urgência afastam qualquer cuidado pré-operatório,
ficando assim os doentes desamparados ante a ameaça da complicação
pulmonar pós-operatória, uma vez que a tão decantada vacina
anti-broncopneumônica é de uma falibilidade comprovada. Há extrema
falta de unidade entre os autores que se ocupam do assunto, resultando
daí a notável disparidade que existe entre os diversos resultados
publicados. Tomemos um exemplo: as estatísticas sobre a freqüência das
complicações pulmonares pós-operatórias; dentre as estrangeiras - e
deixamos de citar as nacionais, porque delas não encontramos
publicações - a de PROTOPOW dá uma incidência de 7,6%, a de MANDIL
14,5%, a de ORATOR STRAATEN 2,9 % ... 4 Esses resultados dispares têm,
a nosso ver, sua fonte numa questão puramente doutrinária, pela falta
de unidade no conceito de complicação e de suas formas anátomo-clínicas
e isto acontece não só porque toda indicação numérica depende de
condições subjetivas e pessoais, mas também, e sobretudo, porque "são
extremamente elásticos os limites da verdadeira normalidade no
pós-operatório". Em virtude dessas considerações, resolvemos tecer as
nossas conclusões sobre as bases científicas de um conceito e de uma
classificação, a cuja concepção fomos conduzidos pelo estudo e pela
meditação sobre os casos, que nos foi dado observar. Assim, antes de
relatar a profilaxia e a nossa casuística, faremos uma breve exposição
do conceito e classificação das complicações pulmonares pósperatórias,
segundo o nosso ponto de vista, seguida de uma rápida explanação
sintética sobre o diagnóstico e a étio-patogenia das referidas
complicações. I - Conceito Segundo ALEJANDRO CEBALLOS, "são
consideradas complicações pulmonares pós-operatórias todas as
pneumonias agudas que sobrevenham em conseqüência da operação, em
operados que tinham, até então, o aparelho respiratório normal". Ora, é
sabido que indivíduos portadores de tuberculose em latência, ou velhos
sofredores de bronquite crônica, podem apresentar, em conseqüência da
operação, manifestações agudas dessas doenças, as quais, sem dúvida,
devem ser consideradas como complicações pulmonares pós-operatórias.
Desse modo, à definição de CEBALLOS, permitimo-nos acrescentar : "...
em operados que tinham, até então, o aparelho respiratório normal" - ou
sede de processos patológicos, em fase de cronicidade ou latência. II-
Classificação Estabelecemos uma classificação esquemática, que procura
individualizar em quatro tipos principais, de acordo com sua etiologia,
anatomia patológica e evolução clínica, as mais importantes
complicações pulmonares pósoperatórias: 1o - COMPLICAÇÕES DEVIDAS AO
CHOQUE OPERATÓRIO: Pseudo-bronquites do pós- operatório e atelectasia
pulmonar pós-operatória. 2o - COMPLICAÇÕES INFECCIOSAS: Bronquites
(elemento de ligação entre o 1o e o 2o grupo), córtico-pleurites (as
complicações infecciosas mais freqüentes), pneumonias,
broncopneumonias, que podem conduzir a largas supurações, como o
abscesso e a gangrena pulmonares. 5 3o - COMPLICAÇÕES DEVIDA À EMBOLIA
PULMONAR: Desde o tipo banal da poeira de embolia (discutido e negado
por muitos), passando pelo tipo médio de infarto hemoptóico de LAENNEC,
até o tipo fulminante sincopal ou asfíxico da embolia da artéria
pulmonar. 4o - COMPLICAÇÕES ESPECIAIS : a) surto agudo de tuberculose;
b) complicações próprias à cirurgia torácica. A presente classificação
terá os fundamentos de sua justificação no item seguinte, que trata da
etiopatogenia das complicações pulmonares pósoperatórias. III -
Etiopatogenia Na etiopatogenia, são descritas numerosas causas
predisponentes das complicações pulmonares: o estado geral do operado,
a idade, o sexo, o estado pré-operatório do pulmão e vias aéreas
superiores, garganta, boca e nariz (que, quando sede de inflamações
predispõem a infecção pulmonar por via broncógena), assim como do
aparelho cardiovascular (por isso que a sua insuficiência determina
estase na pequena circulação, capaz de favorecer a evolução de um
processo pulmonar), a técnica cirúrgica e o tempo da operação (as
manobras suaves, a hemostasia bem cuidada, aliadas a um tempo curto,
dão menor número de complicações), a região operada (as complicações
são mais freqüentes nas operações abdominais altas), a hipostase, pelo
decúbito prolongado no leito (é fator que só se evidência nos
indivíduos muito idosos, caquéticos e com lesões do aparelho
cardiovascular) e a estação do ano (o inverno fornece maior contingente
de complicações). No particular do sexo, o masculino paga maior
tributo: em 40 complicações, pulmonares, 33 são de indivíduos
masculinos. O fenômeno se explica pela diferença entre os tipos
respiratórios do homem e da mulher. O homem tem uma respiração
costo-diafragmática ou abdominal e a mulher uma respiração costal
superior, e como em conseqüência da operação há uma paresia
diafragmática, a amplitude respiratória do homem diminui
consideravelmente, predispondo, pela hipoventilação pulmonar, a toda
sorte de complicações, o que não sucede com a mulher, que continua com
uma amplitude satisfatória. Por uma razão semelhante, se explica o
maior número de complicações pulmonares que todas as estatísticas
conferem às operações gastro-duodenais sobre as intervenções nas vias
biliares extra-hepáticas: é que as afecções gastro-duodenais são mais
freqüentes no homem, ao passo que as das vias biliares atingem mais ao
sexo feminino. Uma estatística, só de mulheres operadas de estômago e
vesícula, demonstrou que a cirurgia biliar dava 8 % de complicações, ao
passo que a cirurgia gástrica determinava apenas 6%. 6 Estudaremos
agora a etiopatogenia de cada um dos quatro tipos de nossa
classificação. 1o - COMPLICAÇÕES DEVIDAS AO CHOQUE OPERATÓRIO: - Estas
complicações são explicadas, segundo a concepção das manifestações
segmentárias do choque, de CARLOS STAJANO, por inibição do setor
neurovegetativo, que preside à inervação das fibras lisas
tráqueo-broncopulmonares, dando como conseqüência uma
tráqueo-broncoplegia (ruído de glú-glú traqueal, pela impossibilidade
de expectorar) e assim se constituem e se diagnosticam as "falsas
bronquites passageiras do pós-operatório, atribuídas durante muitos
anos ao éter ou ao resfriamento das salas de operações e que
desaparecem, como fantasmas, de um dia para outro, apesar da medicação
mais ou menos penosa para o doente, como envoltórios, ventosas "...
Esta modificação de tipo parético na fibra lisa tráqueo-broncopulmonar,
tem a mesma explicação que a paresia intestinal psicológica do pós-
operatório (STAJANO), que desaparece, normalmente, ao fim de 48 horas e
que nada mais representa que o choque segmentar da fibra lisa
intestinal. Os pulmões têm pouca atividade independente e, quando
retirados do tórax e separados, são apenas massas inertes (HENDERSON).
A depressão funcional pós-operatória manifesta-se também na baixa do
tônus muscular geral, sob a influência da inibição nervosa. As alças
intestinais, sede de paralisia, deixam-se distender pelos gazes, o
indivíduo não consegue tossir e, nos seus esforços para expectorar, só
consegue deglutir saliva misturada a gotículas de ar, pelo que se
constitui uma aerogastria e assim intestinos e estômago distendidos
elevam o diafragma hipotônico, a amplitude respiratória e a capacidade
vital decrescem consideravelmente (dispnéia, com respiração rápida e
superficial), as secreções brônquicas, que não podem ser expelidas,
agem como rolha mucosa nas vias respiratórias, o ar alveolar, por
fenômeno puramente físico, é absorvido e surge o quadro da atelectasia
pulmonar (o atelectásico é um asfíxico, mas não é um infectado). Estas
manifestações de choque, pós-operatório imediato, podem perdurar e,
como todo órgão em retenção está em condições propícias para
infectar-se, se o meio é séptico, não se livram da ameaça de, sobre
elas, se enxertar uma complicação infecciosa. Assim, as complicações do
segundo tipo podem iniciar-se como meras manifestações de choque e
através do elemento de ligação - bronquites pós-operatórias -
evidenciar-se com todas as características clínicas de uma
córtico-pleurite, pneumonia, broncopneumonia, abscesso ou gangrena
pulmonares. 7 2o - COMPLICAÇÕES INFECCIOSAS: - Na gênese das
complicações infecciosas tem sido invocados numerosos fatores através
dos tempos. Passemo-los em revista: a) Anestesias por inalação: - Foi o
éter principalmente responsabilizado, porque "irrita a árvore
brônquica, exagera as secreções e diminui a ação bactericida das
mesmas, além de provocar resfriamento". Contudo, as complicações
surgem, indiferentemente, com todos os tipos de anestesia, inclusive a
local e a raquidiana. Aliás, a raquidiana foi incriminada de despertar
complicações pulmonares por diminuição da amplitude respiratória
conseqüente a anestesias altas e mais ou menos prolongadas. Quanto à
anestesia local, é ela que fornece maior cifra de complicações
pulmonares nas estatísticas o que facilmente se explica, porque é
empregada em maior cópia, como também porque é a anestesia de escolha
para numerosos indivíduos tarados (bronquíticos, cardíacos, etc.), como
diz QUÊNU. Em suma, a anestesia por inalação tem a sua parte no
aparecimento de complicações em indivíduos com aparelho respiratório
lesado e, sobretudo, nas chamadas pneumonias por aspiração, em que o
conteúdo gástrico, durante um esforço de vômito, passa para as vias
aéreas superiores, desencadeando uma pneumonia gravíssima, com elevada
cifra de mortalidade (infecção broncógena). Diga-se, de passagem, que
as anestesias locais, feitas com o reforço de uma injeção de morfina,
podem, pelos mesmos motivos, conduzir à pneumonia aspirativa. b)
Embolias do pós-operatório, sem que existam pleurites: - Foram durante
largo tempo imputadas, como causa de complicações pulmonares, as
micro-embolias que se originariam da sede do trauma cirúrgico,
instalando-se então "um quadro inflamatório pulmonar caracterizado por
zona de massicez, silêncio respiratório e febre alta ". PIERRE DUVAL
nega qualquer fundamento de veracidade a esta opinião e afirma que "só
por comodidade o cirurgião invoca a embolia", uma vez que a anatomia
patológica prova que ela não tem existência real. c) Infecção por via
linfógena, hematógena ou broncógena: - A via linfógena tem sido
invocada, nas operações sépticas do andar supramesocólico, em que a
infecção, pelos linfáticos, atravessaria o diafragma e chegaria ao
pulmão; a essa afirmação se têm oposto argumentos irrespondíveis.
Apenas, a infecção bronquial pôde ser aceita, como elemento de valor,
nas pneumonias aspirativas e nos surtos epidêmicos de gripe. d)
Intoxicação pelos polipeptídios: - Segundo PIERRE DUVAL, de acordo,
aliás, com a escola francesa, as complicações infecciosas se explicam
através 8 do fértil conceito da chamada "maladie post-opératoire",
recebendo então os polipeptídios, originados pelo trauma cirúrgico, uma
transcendente importância. Experimentalmente, PIERRE DUVAL e LÉON BINET
sensibilizaram cães a albuminas musculares e, semanas após, injetando o
mesmo material pela safena, conseguiram reproduzir, sistematicamente,
lesões pulmonares, em tudo semelhantes às do pós-operatório humano.
Estas lesões produziram-se sempre que se atuava sobre animais
previamente sensibilizados, e, no homem, essas complicações são mais
freqüentes nos indivíduos com intra-dermoreação positiva para os
polipeptídios. Portanto, é necessário um estado de sensibilização.
Conclusão: - Todas as teorias encerram sua parte de verdade, mas pecam
todas por unilaterais. A principal explicação reside no próprio ato
operatório, criador da "maladie post-operatoire", que é um
desequilíbrio biológico súbito, capaz de trazer, entre outras, as
complicações pulmonares. 3o - COMPLICAÇÕES DEVIDAS À EMBOLIA PULMONAR:
- A embolia pulmonar, nas suas duas formas, geralmente aceitas, o
infarto hemotóico de LAENNEC e a embolia de artéria pulmonar,
origina-se, via de regra, de uma tromboflebite pélvica ou dos membros
inferiores, para cuja patogenia se inscrevem os três fatores seguintes:
a) lesões do revestimento endotelial vascular; b) alterações
qualitativas do sangue (hiperinose); c) estagnação sangüínea. O
processo trombótico vai progredindo até uma encruzilhada venosa, onde
um fragmento, batido pela torrente sangüínea, se desprende e, ao
atingir a pequena circulação, desperta o quadro de infarto pulmonar, de
que fazem parte os escarros hemópticos e a dor torácica. Este infarto
pode infectar-se e teremos constituída uma pneumonia tardia
pós-infarto. Outras vezes, continuam a desprender-se êmbolos, até que
um, de maiores proporções, determine o quadro fulminante da embolia da
artéria pulmonar. Nas nossas observações contam-se dois casos de
embolia pulmonar: o primeiro, após um quadro de infarto hemóptico,
faleceu subitamente de embolia da artéria pulmonar, revelando a
autopsia dois grossos êmbolos que obstruíam os ramos de bifurcação da
artéria. O segundo teve um infarto hemóptico, também originado de
flebite da safena interna, que se transformou numa pneumonia
pós-infarto, mas teve alta curado. 4o - COMPLICAÇÕES ESPECIAIS: 9 a)
Surto agudo de tuberculose - toda intervenção cirúrgica cria um estado
de anergia, favorável ao aparecimento de surtos evolutivos agudos de
tuberculose pulmonar; b) Complicações próprias à cirurgia torácica -
como o esvaziamento, na árvore brônquica, do conteúdo de uma caverna,
após uma toracoplastia, ou as complicações de uma lobectomia (hemotórax
supurado, desvio do mediastino, etc.) Sobre este tipo de complicações,
não nos alongaremos, pois pertencem a uma especialidade que não
cultivamos. IV - Diagnóstico O cirurgião deve pensar em complicação
pulmonar pós-operatória quando, no seu operado, se manifestam tosse,
febre, dispnéia, dor torácica ou escarros hemópticos. O exame físico
revelará: estertores, roncos, sibilos, sopros, diminuição da sonoridade
pulmonar e, por vezes, mesmo, massicez. Há repercussão principalmente
sobre o aparelho circulatório, que, muitas vezes, comanda o
prognóstico. Será desnecessário encarecer as vantagens do exame
radiológico, para o estabelecimento do diagnóstico. V - Profilaxia Fora
do âmbito da cirurgia de urgência, são numerosos os meios profiláticos
das complicações pulmonares pós-operatórias (eleição do doente e da
anestesia, cura de catarros das vias respiratórias, saneamento da boca,
prevenção de resfriamentos, exercícios respiratórios, inalações de
carbogênio, etc.). Todos, aliás, muito precários. Para a profilaxia
destas complicações há, contudo, um recurso, que, segundo as
observações do seu autor e as nossas próprias, ao que parece únicas em
nosso meio, é da mais alta valia, podendo ser vantajosamente empregado,
quer na cirurgia de urgência, quer nos casos em que o doente pode ser
preparado. Trata-se da autohemotransfusão de 20 cc logo após a
operação; estando o doente ainda na mesa de operação, retiram-se 20 cc
de sangue de uma veia da prega do cotovelo, que são imediatamente
injetados na nádega. Baseamo-nos em 150 observações (1), das quais, a
maioria, pertencentes à cirurgia de urgência, através dos casos
passados pelo Serviço "Daniel de Almeida" a cargo do Dr. JORGE DORIA,
no Hospital de Pronto Socorro.
________________________________________________ (1) Agradecemos a
inteligente e proveitosa colaboração do Dr. Annibal Luz, distinto
colega e amigo de todas as horas. 10 Deixamos de publicar aqui grande
número de observações também favoráveis à utilidade do método, que
foram feitas por colegas nossos nos seguintes serviços: 13a Enfermaria
da Santa Casa (Serviço do Dr. DARCY MONTEIRO) pelo doutorando CARLOS
TEIXEIRA, serviço do Dr. G. ROMANO (Hospital da Gamboa) pelo doutorando
OSCAR DE FIGUEIREDO BARRETTO e Serviço Chapôt-Prevost (Hospital de
Pronto Socorro) a cargo do Dr. DARCY MONTEIRO, pelo doutorando MONTEIRO
DE FIGUEIREDO. Foi-nos sugerida a atenção para o assunto em fins de
1937, pelo jovem e brilhante docente Dr. SYLVIO D'ÁVILA, que chefiava a
12a Enfermaria da Santa Casa, de que éramos internos, sendo as
primeiras 60 observações ali colhidas. A sugestão do nosso chefe de
então se prendeu a um artigo publicado no "The American Journal of
Surgery" (May, 1936 - pág. 321), intitulado "Autohemotransfusion in
Preventing Postoperative Lung Complications" e assinado por MICHAEL W.
METTENLEITER (cirurgião do Pós-Graduate Hospital, de Nova York).
METTENLEITER, considerando os excelentes resultados do processo, como
método curativo das pneumonias pós-operatórias declaradas, onde foi
aconselhado por VORSCHÜTZ, resolveu empregá-lo, como profilático, em
300 casos de sua clínica particular e não teve uma só complicação
pulmonar, a não ser pequena área trombótica em um pulmão, cinco dias
após a operação. Antigamente, o emprego da autohemotransfusão se
submetia às influências fecundas, nas anti-científicas do empirismo.
Hoje, porém, temos uma explicação razoavelmente clara e perfeitamente
aceitável de sua ação. Quando o sangue empregado fora de sua situação
normal, no aparelho circulatório, ele se torna uma substância
completamente diferente para o organismo. O sangue extraído por punção
venosa é um sangue asfíxico que, por curto lapso, se põe em contato com
um corpo estranho (seringa), o que é suficiente para provocar
modificações na sua físico-química e, por isso, injetado no organismo,
atua como se fora uma proteína estranha. De todos é conhecido o efeito
estimulante das proteínas parentais sobre o sistema simpático e o
parassimpático, pelo que ocorrem reações vasomotoras e teciduais em
todo o organismo. WIDAL observou acentuada diminuição dos leucócitos em
todo o sistema vascular periférico. Porém, mais tarde, MÜLLER e
PETERSEN demonstraram que essa diminuição periférica corresponde a um
aumento destas células nos órgãos abdominais, e conseqüentemente, a um
incremento nas funções orgânicas, particularmente do fígado,
acelerando-se a secreção biliar e os processos de desintoxicação.
Nenhum efeito sobre o sistema vasomotor, sangue ou tecidos se observa
nos órgãos cuja inervação autônoma foi suprimida antes da injeção. O
sistema retículo-endotelial de ASCHOFF-LANDAU também é poderosamente
estimulado pela autohemotransfusão. 11 As seguintes experiências provam
essa afirmação: a) Um emplastro de cantáridas, colocado sobre a pele da
coxa, determina a formação de pequena vesícula. Pois bem, se aspiramos
o conteúdo dessa vesícula num tubo em U e o centrifugarmos, depois de
seco e corado, a contagem diferencial nos revelará uma incidência de
monócitos por volta de 5% (os monócitos são os representantes no sangue
circulante do S. R. E.). Após a autohemotransfusão, a cifra de
monócitos, no conteúdo da vesícula, se eleva em oito horas para 22% e,
após 72 horas, ainda há 20%, caindo a curva gradualmente para voltar ao
normal, no fim de sete dias; b) pela prova do Vermelho Congo se
evidencia a capacidade de armazenar corantes do S. R. E. - essa
capacidade acentua-se consideravelmente após a injeção de sangue; c)
outro teste utiliza a determinação do índice bactericida dos humores,
segundo o método de WRIGHT. Após a injeção, o índice mostra um
acréscimo, que, dentro de oito horas, chega a um máximo de 15 a 20
valores normais. Como a elevação dos monócitos, a elevação do índice
bactericida dos humores prova a estimulação dos poderes defensivos do
organismo do S. R. E., ou melhor, para ceder aos impulsos de um são
nacionalismo, sem desatender às exigências da boa ciência, através do
sistema angio-histio-lacunar de PÓVOABERARDINELLI (o alvéolo pulmonar é
parte integrante do sistema lacunar). Para os que aceitam as idéias de
PIERRE DUVAL, podemos concluir que a autohemotransfusão atua como
elemento desensibilizante, contra a agressão dos polipeptídios, que só
agem em indivíduos sensibilizados. Finalmente, estamos inclinados a
aceitar a eficácia da autohemotransfusão nas complicações da
tuberculose, visto como ela parece remediar a fase de inferioridade ou
anergia, que a intervenção cirúrgica desperta nos tuberculosos. A
propósito da desprezível quantidade de sangue, que se acumula na ferida
operatória, sugeriu-se que a observação deste sangue poderia tornar uma
adicional autotransfusão desnecessária. São de METTENLEITER as
seguintes palavras: "as alterações físico-químicas, na totalidade do
sangue e do soro, são tão delicadas e ocorrem tão rapidamente, que
nenhuma comparação pode ser feita entre o sangue retirado de uma veia e
reinjetado intramuscularmente e o sangue acumulado numa ferida para ser
absorvido; estes dois processos são inteiramente diferentes". O sangue
tem sobre os outros agentes proteino-terápicos, além das vantagens de
comodidade e economia, a de que a sua absorção se faz mais prontamente.
Para terminar, em vista dos nossos excelentes resultados, que confirmam
amplamente as verificações de METTENLEITER, podemos fazer nossas as
suas palavras: "as complicações pulmonares podem surgir, com qualquer
espécie ou método de anestesia, mas a ausência de acometimentos 12
pulmonares, em nossa série, prova que a autohemotransfusão e não o tipo
de anestesia, responde pelos bons resultados". Casuística - 150 casos.
1) - Intervenções : . Apendicectomias 56 . C.R. hérnia inguinal 29 .
Laparotomias exploradoras 11 . C.R. hérnia inguinal estrangulada 7 .
Gastrectomias 5 . Fístulotomias 5 . Hemorroidectomias 5 . Inversões da
vaginal 5 . Sepultamento de úlceras gastro-duodenais perfuradas 4 .
Operação de Ivanissevitch 3 . Operação de Ombredanne (ectopia
testicular) 3 . Emasculações totais 3 . Anus ilíacos 3 . C. R. hérnias
crurais estranguladas 2 . Ressecções intestinais 2 . Exerese de quisto
dermóide 2 . Salpingectomia 2 . Exerese de quistos torcidos do ovário 2
. C. R. de hérnia umbilical estrangulada 2 . Amputações de membros 2 .
Cholecistectomia 1 . Gangliectomia Lombar 1 . Gastroenterostomia 1 .
Cerclagem da rótula 1 . Operação de Albee (enxerto vertebral) 1 .
Nefrectomia 1 . Nefrostomia e retirada de cálculo 1 . Trepanação da
tíbia 1 . Prostatectomia 1 . C. R. hernial crural 1 . Safenectomia 1 .
Artronomia 1 . Coecopexia 1 . Castração 1 . Simpatectomia periarterial
1 . Cistostomia 1 . Cholecistostemia 1 . Drenagem da fosse ilíaca
direita 1 . Esplenectomia 1 2) - Anestesias : 13 . Local 62 .
Balsofórmio 50 . Raquidiana 20 . Éter 10 . Peridural segmentária 5 .
Eunarcon 3 Total 150 3) - Diagnósticos: . Apendicites 51 . Hérnias
inguinais 24 . Hérnias inguinais estranguladas 7 . Fistulas anais 6 .
Feridas penetrantes do abdômen 6 . Hemorróida 5 . Hidroceles da vaginal
5 . Ectopias testiculares 4 . Úlceras duodenais 4 . Úlceras
gastro-duodenais perfuradas 4 . Varioceles 3 . Epiteliomas do pênis 3 .
Cânceres do reto 3 . Hérnias umbilicais estranguladas 3 . Peritonites
agudas generalizadas 3 . Cânceres do estômago 2 . Quistos dermóides 2 .
Roturas de prenhez ectópica 2 . Quistos torcidos de ovário 2 .
Esmagamentos de membros 2 . Cholecistite 1 . Gangrena do pé 1 . Fratura
de rótula 1 . Mal de Pott 1 . Fistula estercoral 1 . Tuberculose renal
1 . Litiase renal 1 . Osteomielite aguda 1 . Adenoma prostático 1 .
Hérnia crural 1 . Varizes da perna 1 . Artrite supurada do joelho 1 .
Úlcera de perna 1 . Oclusão intestinal 1 . Câncer de bexiga 1 . Rotura
traumática de baço 1 . Varicocele pelvice 1 14 . Ferida penetrante do
tórax 1 . Pancreatite edematosa, com peritonite biliar sem perfuração 1
. Abscesso apendicular 1 . Vólvulo da sigmóide 1 VI - Resultados e
conclusões 1o - As complicações devidas ao choque: - Só cedem,
evidentemente, ao tratamento do choque (sol, chloretadas hipertônicas
e, eventualmente, infusão maciça de café em clister). Contudo, a
autohemotransfusão contribui, seguramente, para que sobre elas deixem
de enxertar-se as complicações do segundo tipo ou infecciosas. Tivemos
muitos casos de manifestações segmentarias de choque na fibra lisa
tráqueo-bronco-pulmonar, porém nenhuma delas evoluiu para a infecção.
2o - As complicações infecciosas - não surgiram em nossos 150 casos. Em
vários dos numerosos casos em que deixamos de fazer a
autohemotransfusão, a título de contraprova, as complicações
infecciosas apareceram, sendo tratadas pela autohemotransfusão curativa
em altas doses (40 a 80 cc.), pelo soro chloretado hipertônico, álcool,
digital, vitamina C, etc. Comentemos alguns casos interessantes :
numerosos doentes se submeteram à operação com bronquites crônicas ou
sub-agudas. Pois bem, após a operação, fez-se a autohemotransfusão e
essas bronquites ou continuaram na mesma, sem se agravar ou, então,
desapareceram. De dois doentes que sofreram esplenectomia por ruptura
traumática do baço, em um foi feita a injeção de sangue - alta, curada,
em oito dias. Em outro não se fez a autohemotransfusão e
manifestou-se-lhe um foco de condensação na base direita. Um velho
prostático sofreu uma falha hipogástrica, como tempo prévio à
prostatectomia. Dada a benignidade da intervenção, não lhe fizemos a
autohemotransfusão e se constituiu uma córtico-pleurite. Curou-se e,
operado de prostatectomia, foi-lhe feita a injeção de sangue, tendo um
pós-operatório respiratório normal. Outro doente, que padecia de mal de
Pott, submeteu-se à operação de ALBEE (enxerto vertebral). Era portador
de catarro crônico das vias aéreas superiores; foi operado sob
anestesia geral pelo balsofórmio e ficou três meses no leito gessado
sem apresentar a mínima complicação pulmonar, tendo-lhe sido feita a
autohemotransfusão após a operação. 3o - Complicações devidas à embolia
pulmonar. - Não podemos tirar conclusões seguras a respeito deste
ponto, em primeiro lugar, porque tivemos apenas dois casos e, em
segundo, porque só em um foi feita a autohemotransfusão, aliás 15 no
que não morreu. Contudo, parece-nos que a autohemotransfusão não pode
impedir a formação de uma tromboflebite, nem que desta se desprendam
êmbolos. 4o - Quanto às complicações pulmonares pós-operatórias nos
indivíduos tuberculosos, parece-nos que a autohemotransfusão age
beneficamente no sentido de corrigir a fase de inferioridade orgânica
que o ato cirúrgico desperta nesta classe de pacientes. Tivemos quatro
casos de intervenções, em indivíduos tuberculosos comprovados, sem
complicação pulmonar pós-operatória: duas apendicectomias, uma
nefrectomia por tuberculose renal e uma nefrostomia com retirada de
cálculo coraliforme, em indivíduo que se havia submetido a pneumotórax
terapêutico. Só num caso se desenvolveu uma pneumonia tuberculosa, mas
o indivíduo era portador de tuberculose evolutiva e, operado de
apendicite aguda, foi-lhe feita somente injeção de 10 cc de sangue,
portanto dose insuficiente, metade da que aconselha o autor do método.
Esses casos não nos permitem ainda uma conclusão segura, do mesmo modo
que os de embolia pulmonar. Não resta dúvida que as complicações
infecciosas, segundo o critério por nós estabelecido, são prevenidas
seguramente pela prática da autohemotransfusão. RESUMÉ COMPLICATIONS
PULMONAIRES POST-OPÉRATOIRES Contribution a leur prophylaxie L'auter,
initialement, fait une étude synthétique sur le juste concept, la
classification, l'etio-pathogenie et le diagnostic des complications
pulmonaires post-opératoires. Dans une classification schématique il en
a établi 4 types: I - Complications résultant du shock opératoire:
pseudo-bronchites et atélectasie pulmonaire post-opératoires. II -
Complications infectieuses: bronchites, cortico-pleurites, pneumonies,
broncho-pneumonies, gangrènes et abcès pulmonaires. 16 III -
Complications dûes à l'embolie pulmonaire: infarctus hémoptoique de
LANNEC et embolie de l'artère pulmonaire. IV - Complications spéciales:
a) poussée aigue de tuberculose; b) complications de la chirurgie
thoracique (sur laquelle l'auteur n'a pas d'expérience). Dès le début,
l'auteur fait une étude de la prophylaxie des complications pulmonaires
post-opératoires, présentant 150 cas observés à l'HOSPITAL DE PROMPTO
SOCORRO du Rio de Janeiro (la plupart en rélation avec la chirurgie d'
urgence) dans lesquels il a employé la mèthode préconisée par le
chirurgien américain M.W. METTENLEITER: l'auto-hémo-transfusion de 20cc
de sang, retires à la table même d'opérations, d'une veine au pli du
coude et injectés à la fesse du malade. Le sang employé hors de l'
appareil circulatoire se transforme en une substance entièrement
étrangère à l'organisme dans lequel il éveillera, s'il y est réinjecté,
des reactions humorales et tissulaires capables de stimuler les
pouvoirs défensifs du système angio-histo-lacunaire et, encore, de
désensibiliser l'organisme vis-à-vis les polypeptides, elaborés par le
trauma chirurgical. Conclusion: I Les complications pulmonaires dûes au
shock opératoire ne cédent évidement qu'au traitemen du shock (infusion
massive de café par voie rectale et sol. chlorurées hypertoniques). L'
auto-hémo-transfusion evite, seulement, l'addition de complications
infectieuses. II Les complications infectieuses ne se s'ont pas
montrées dans les 150 cas de l'auteur parmi lesquelels on compte la
plus grande variété d'opérations et d'anesthésies et surtout des
malades mal préparés par le fait d'étre porteurs d'afections
chirurgicales d'urgence. III Sur les complications dûes à l'lembolie
pulmonaire (originaires d'une thrombophlébite) la mèthode ne semble
avoir qu'une faible influence. IV Sur les complications
post-opératoires chez les individus tuberculeux, il semble vrai que l'
auto-hémo-transfusion évite la phase d'anergie ou infériorité éveillée
para l'intervention chirurgicale en évitant ainsi la survenance d'une
poussée de tuberculose pulmonaire. 17 SUMMARY The author makes a
synthetic study about the real conception, the classification, the
etiology and the diagnosis of post operative pulmonary complications.
Establishes a schematic classification of 4 types: I Complications
owing to the operative shock: pseudo-bronchitis of the post-operative
and atelectasis. II Infectious complications: bronchitis, congestion of
the lungs, broncho-pneumonia, pneumonia, gangrenes and pulmonary
abcesses. III Complications due to pulmonary embolus: LANNNEC's infart
hemorhagic and embolus of pulmonary artery. IV Special complications:
a) acute atack of tuberculosis; b) complications of thoracic surgery
(about which the author has no experience). Following which he makes a
study about the prophylaxis of post-operative pulmonary complications
presenting 150 cases observed in the HOSPITAL DE PROMPTO SOCORRO of Rio
de Janeiro - Brasil (the greater number belonging to urgent surgery) in
which the method of the famous american surgeon M. W. METTENLEITER was
used with the best results: autohemotransfusion of 20 cc., taken from
the vein of the elbow and injected immediately while the patient still
on operating table. The blood employed on the vascular system, becomes
quite a different substance for the organism which will provoke, if it
is reinjected, humoral and tissilular reactions able to stimulate the
defense of the S. R. E. and at the same time to desensitize the
organism to the polypeptides elaborated by the operation. In
conclusion: I - The pulmonary complications due to operative shock only
give way by the treatment of the shock (massive infusion of coffee by
proctoclysis and hypertonic chloride solutions). The
autohemotransfusion prevents infectious complications. II - The
infections complications did not appear in the 150 cases of author in
which there were a varied number of operations, anesthesies and chiefly
of patients in bad conditions owing to the need of urgent surgical
operations. 18 III - About the complications due to pulmonary embolus
(originated from trombophlebitis) the method to have but little
influence. IV - As to the post-operative pulmonary complications in
comsuptive cases the autohemotransfusion seems to avoid the anergy
phase provoked by the operation and the appearance of acute T. B.
Trabalho do Dr. Jésse Teixeira, publicado na revista científica
BRASIL-CIRÚRGICO, Órgão oficial da Sociedade Médico-Cirúrgica do
Hospital Geral da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, vol.
II, março de 1.940, número 3, páginas 213 - 230. Observação dos
revisores: "Publicado originalmente na Revista Brasil-Cirúrgico Orgão
oficial da Sociedade Médico-Cirúrgica do Hospital Geral da Santa Casa
da Misericórdia do Rio de Janeiro Março de 1940 - Volume II - No 3
FONTE virtual:
http://www.orientacoesmedicas.com.br/AUTOHEMOTRANSFUSAO_Dr_Jesse_Teixeir
a_1940.pdf Atenção: Eu, Luiz Fernando Sarmento, em 08.maio.2007,
revisei o texto aqui digitado, comparando a xerox do texto original -
escrito por Dr Jésse Teixeira e publicado em 1940 na Revista
Brasil-Cirúrgico - ao texto disponibilizado na internet. Se você
revisar novamente e encontrar algum erro, por favor informe a
luizfelipepedro@yahoo.com.br e, se possível, compartilhe no fórum
virtual: http://inforum.insite.com.br/39550/". N.E. Revisado, este
artigo está publicado em
http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf


publicado por auto-hemoterapia às 12:06
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