Domingo, 28 de Dezembro de 2014
Integrative Oncology Centers - Auto-hemoterapia: uma parte da Imunoterapia
Integrative Oncology Centers™ 
 
Auto-hemoterapia: uma parte da Imunoterapia 
 
Auto-hemoterapia, ou terapia auto-sangue, foi descrita pela primeira vez pelo médico francês Paul Ravaut em 1913 e tem sido empregado em uma ampla gama de condições de doenças crónicas. Várias centenas de artigos sobre o assunto foram publicados em revistas médicas tradicionais, como o Journal of the American Medical Association, principalmente a partir do início dos anos 1920 até o início dos anos 1940, conforme listado nos vários volumes do Index Medicus (geralmente sob a categoria de assunto soro " A terapia "). 
 
Auto-hemoterapia é uma parte do tratamento de imunoterapia. Auto-hemoterapia não é uma "terapia alternativa". A acção benéfica relatado de auto-hemoterapia tem sido atribuído à presença de antigénios no sangue, que estimulam a produção de anticorpos quando injectado nos tecidos. Esta explicação encontra apoio no trabalho de Dr. CE Rosenow (Fundação Mayo, 1915-1944), que estabeleceu a presença de um organismo causador ou antígeno no sangue durante a fase ativa de muitas doenças. Assim, a acção de auto-hemoterapia pode ser comparada com a de uma vacina autóloga e pertence ao campo da imunoterapia. 
 
A técnica é mais comum na Europa e na América do Sul do que nos Estados Unidos. Ela envolve a retirada de uma pequena quantidade de sangue (dependendo da condição do doente) a partir da veia e a reinjecção do mesmo sangue de volta para um músculo ou na veia. O objetivo da terapia é melhorar a capacidade do sistema imunológico para combater a doença. 
 
O sangue conserva as suas componentes normal - o complemento normal de hormonas, anticorpos, minerais e sais. Qualquer subprodutos metabólicos resultantes de doenças agudas ou a longo prazo também estarão presentes no sangue e sua reintrodução no paciente irá forçar o corpo para montar uma resposta imune fresca para a doença causando substâncias. 
 
O sangue pode ser misturado com um remédio homeopático, ou ozono (uma forma instável de oxigénio), antes de ser reinjectado no paciente. E intervalo de dosagem dependem das necessidades individuais do paciente. 
 
Esta técnica tem sido parte do Tratamento Issels de doenças imunológicas, doenças crônico-degenerativas e câncer. 
 
IMPORTANTE: A magnitude da resposta ao tratamento varia de paciente para paciente, mesmo com o diagnóstico semelhante à do ambiente corporal interna é único para cada paciente individual. 
 
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR& sl=en&u=http://www.issels.com/treatment/au  ...
 
ORIGINAL 
 
Integrative Oncology Centers™ 
 
Autohemotherapy a Part of Immunotherapy 
 
Autohemotherapy, or self-blood therapy, was first described by the French physician Paul Ravaut in 1913 and has been employed in a wide range of chronic disease conditions. Several hundred articles on the subject have been published in mainstream medical journals, such as the Journal of the American Medical Association, mostly from the early 1920s through the early 1940s, as listed in the various Index Medicus volumes (generally under the subject category "serum therapy"). 
 
Autohemotherapy is a part of Immunotherapy treatment.Autohemotherapy is not an "alternative therapy". The reported beneficial action of autohemotherapy has been attributed to the presence of antigens in the blood, which stimulate the production of antibodies when injected into the tissues. This explanation finds support in the work of Dr. E. C. Rosenow (Mayo Foundation, 1915-44), which established the presence of a causative organism or antigen in the blood during active stages of many diseases. Thus the action of autohemotherapy can be compared to that of an autologous vaccine and belongs into the field of immunotherapy. 
 
The technique is more common in Europe and South America than in the United States. It involves the withdrawal of a small amount of blood (depending on the patient's condition) from the vein and the reinjection of the same blood back into a muscle or into the vein. The aim of the therapy is to enhance the immune system's ability to fight disease. 
 
The blood retains its normal components - the usual complement of hormones, antibodies, minerals, and salts. Any metabolic by-products resulting from acute or long-term illnesses also will be present in the blood and their reintroduction into the patient will force the body to mount a fresh immune response to the disease causing substances. 
 
The blood may be mixed with a homeopathic remedy, or ozone (an unstable form of oxygen), before being reinjected into the patient. Dosage and interval depend on the individual patient's needs. 
 
This technique has been part of the Issels Treatment of immune disorders, chronic degenerative diseases and cancer. 
 
DISCLAIMER: The extent of the response to treatment varies from patient to patient, even with similar diagnosis as the internal bodily environment is unique to each individual patient. 
 
- See more at: http://www.issels.com/treatment/autohemotherapy.< /wbr>aspx#sthash.cwzx6sJz.aSXFs435.dpuf
 
http://www.issels.com/treatment/autohemotherapy.< /wbr>aspx#sthash.cwzx6sJz.aSXFs435.dpbs
Fetha    

http://hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_< /wbr>opiniao/integrative-oncology-centers-auto-hemoterapia-um a-parte-da.asp

 



publicado por auto-hemoterapia às 13:42
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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2014
PhD QUE ESTUDA A AUTO-HEMOTERAPIA DEFENDE TRATAMENTO MÉDICO HUMANIZADO
Direito de Tratar o Paciente como um Ser Humano Único e Individual - prof Dr José de Felippe Júnior
O antigo site ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA COMPLEMENTAR agora tem novo nome e endereço: 
 
Associação Brasileira de Medicina Biomolecular e Nutrigenômica: 
 
 
Direito de Tratar o Paciente como um Ser Humano Único e Individual 
 
José de Felippe Júnior 
 
Há 50 anos os médicos recebiam os ensinamentos europeus, era a medicina como observação, a medicina arte de ouvir, arte de doar, arte de curar. Porém, a evolução da tecnologia e a influência americana do tratamento frio e impessoal mecanizou e embruteceu o sistema de saúde. 
Quais são as últimas novidades descobertas pela industria farmacêutica? Qual é o último trabalho científico com as melhores evidências? E foi assim que passamos a tratar os nossos pacientes, do modo científico. Entretanto este modo seria muito eficaz se fossemos epidemiologistas, se tratássemos de um rebanho de pacientes por vez. Mas, nós somos médicos e tratamos de pacientes um a um; e não poderia ser diferente, pois cada um dos pacientes possui características próprias. Estamos diante de seres humanos, com estória de vida diferentes, em um meio ambiente peculiar, com cargas genéticas diferentes e não tem sentido englobá-los e rotulá-los para receberem o tratamento com a assim chamada , melhor evidência científica, que é estatística. 
Os pacientes não estão a procura do último medicamento lançado com toda força do marketing farmacêutico, eles não querem fazer os exames mais sofisticados, o que eles desejam e realmente necessitam é de uma anamnese bem feita, de um exame clínico à moda antiga, com tudo aquilo que nos foi ensinado pela propedêutica e de uma abordagem não necessariamente com drogas, entretanto se for o caso, que seja um medicamento eficaz, seguro e se possível não tão dispendioso. Se acrescentarmos ao nosso desempenho médico a paciência, a compreensão e o carinho, isto é, se agirmos simplesmente como seres humanos alcançaremos o ideal : a arte. 
O paciente necessita de alguém que o escute, que dê valor às suas queixas, que lhe dê segurança e transmita confiança. Ele quer saber o que está acontecendo com ele, quer informações. O médico além de receitar deve agir como professor, instruindo, ensinando e mostrando os caminhos da manutenção da saúde e da prevenção das doenças. 
Infelizmente grande parte dos medicamentos modernos funcionam como a cocaína e a heroina, viciam as pessoas, as tornam dependentes pelo resto da vida, consomem seus recursos e ainda provocam efeitos colaterais indesejáveis. O medicamento é elaborado e construído para provocar efeito enquanto ele estiver lá. E ele lá permanece por somente 12 a 24 horas no máximo. Foram criados espécies de clubes com sócios vitalícios cujo cartão fidelidade garante o consumo do medicamento diariamente. Temos os clubes das estatinas, dos antidiabéticos orais, dos antihipertensivos, dos anticoagulantes, dos antioxidantes, dos antiepiléticos, etc... 
É o modo ocidental da medicina moderna : pessoas são tratadas como rebanhos estatísticos com a melhor evidência científica e os medicamentos são de efeitos passageiros e de uso contínuo, sem falar dos efeitos colaterais conhecidos e principalmente dos desconhecidos que nos surpreendem a cada ano que passa. 
Precisamos encontrar o ponto de equilíbrio entre as drogas verdadeiramente eficazes da medicina moderna e os tratamentos individualizados da nossa velha medicina interna aprendida na Escola e também precisamos nos lembrar da existência de outras estratégias eficazes como a biomolecular, a homeopatia, a acupuntura, a quiropraxia, a lisadoterapia, a autohemoterapia, a homotoxicologia, etc. Devemos voltar a estudar toda aquela metodologia física de tratamento do início do século onde se empregavam as máquinas geradoras de campo eletromagnético, em uma medicina limpa e sem efeitos adversos. Devemos nos abrir para as metodologias soviéticas como a imunoterapia ativada que é empregada no tratamento das alergias respiratórias e outras alergias, em uma estratégia eficaz, de curta duração e talvez definitiva, ao ponto de até podermos afirmar que atualmente as “alergias têm cura”. Devemos fazer “puericultura” com os adultos e ensiná-los sobre a alimentação e os perigos do meio ambiente. 
Devemos usar o que houver de mais eficaz, pois, o paciente que nos procura é de nossa responsabilidade. 
Os Médicos têm o Direito e o Dever de oferecerem a Melhor Terapêutica.
 
“Em 1990 escrevemos a Segunda Edição do livro ” PRONTO SOCORRO : 
Fisiopatologia – Diagnóstico – Tratamento” Editora Guanabara – Koogan, utilizado em várias Faculdades de Medicina do País. Nesta edição incluímos uma parte chamada: 
"Medicina Alternativa no Serviço de Emergência" composta de 4 capítulos: Homeopatia, Fitoterapia, Antroposofia e Radicais Livres como Mecanismo Intermediário de Moléstia. 
Escrevemos na ocasião que esta parte do livro deveria se intitular “Medicina Complementar”, porque “ ALTERNATIVA” dá a idéia de escolha, de exclusão e na verdade o que estamos procurando é somar conhecimentos e terapêuticas para atingirmos nossa meta final, que é o bem estar, a saúde do paciente. 
Este bem-estar, esta saúde, pode ser conseguida de várias maneiras. A medicina convencional deve ser usada em primeiro lugar, porém estamos cientes que muito desconhecemos. Quando chegamos ao ponto onde já empregamos todo o conhecimento da medicina oficial pela qual nos formamos e seguimos devemos pensando na razão de nossa profissão, o paciente, usar todos os recursos disponíveis. Trata-se de um médico formado, ético e humano, procurando encontrar soluções. 
Seria procedimento mais correto os pacientes se orientarem na busca de terapêuticas não convencionais, sob a supervisão dos seus próprios médicos para não caírem em mãos indesejáveis ou comercialistas : charlatanismo. Não podemos confundir “medicina alternativa” com “charlatanismo”. A diferença conceitual entre elas é de natureza científica, ética e moral. Enquanto a primeira se caracteriza pelo uso de metodologia e tecnologia científicas para coadjuvar e enriquecer a medicina convencional e segue os preceitos éticos e morais dos códigos da profissão médica, a segunda exerce a prática sem conhecimento e estudo temático, procurando apenas beneficiar-se de algum modo. 
Os Conselhos de Medicina devem cumprir suas obrigações, como a de coibir os abusos e ajudar os próprios médicos na proteção dos pacientes contra colegas inescrupulosos e que praticam uma medicina não ética. Entretanto, a atitude atual (atual de 1990 e continuando até 2005) de muitos especialistas e Orgãos Oficiais em tentar impedir estratégias terapêuticas ainda não consagradas nos faz lembrar de Guizot, que há dois séculos deu parecer à Academia de Medicina Francesa sobre uma nova terapêutica que estava surgindo : “ A ciência deve ser para todos os médicos. Se esta nova terapêutica é uma quimera ou um método sem valor próprio, cairá por si mesma. Se ao contrário, é um progresso, expandir-se-á, apesar de todas as medidas contrárias”. Guizot referia-se à Homeopatia. Sabemos pela história que muitas terapêuticas hoje consideradas alternativas serão "redescobertas" e usadas pela medicina convencional. Este é um caminho natural do passo a passo da ciência, porém, também acontece o inverso. Muitas vezes uma terapêutica inovadora e realmente eficaz é colocada de lado. Isto ocorre quando a droga-chave é de domínio público, isto é , não pode ser patenteada pela indústria farmacêutica e portanto de comercialização não lucrativa. Não havendo lucros, não há interesse em difundir os seus benefícios. São as chamadas “drogas órfãs”, drogas já testadas e aprovadas, porém esquecidas, permanecendo o seu emprego apenas em focos regionais por alguns pesquisadores que executaram os trabalhos científicos iniciais. 
O CÓDIGO BRASILEIRO DE DEONTOLOGIA MÉDICA ,norma ética superior dos médicos, cuja defesa e vigilância, lhe impõe a Lei Federal, dispõe em seu CAPÍTULO I, princípio VII : 
“ É de exclusiva competência do médico a escolha do tratamento, podendo em benefício do paciente, sempre que julgar necessário, solicitar a colaboração de colegas” 
Nas páginas seguintes informa ser vedado ao médico no exercício de sua profissão : 
“ Deixar de utilizar todos os conhecimentos técnicos e científicos, ao seu alcance, contra o sofrimento ou extermínio do homem” 
Na 18ª Assembléia Médica Mundial, realizada em Helsinque, Finlândia em junho de 1964, posteriormente revisada na 29ª Assembléia Médica Mundial realizada no Japão em outubro de 1975 e finalmente rediscutida na 35ª Assembléia Médica Mundial na Itália em outubro de 1983 , e que ficou conhecida como DECLARAÇÃO DE HELSINQUE , se afirma : 
“A missão do médico é proteger a saúde do homem. Seus conhecimentos e sua consciência são devotados ao cumprimento dessa missão” 
“No tratamento do paciente, o médico deve ter a liberdade para utilizar novos métodos diagnósticos e terapêuticos se em sua opinião oferecem esperanças de salvar a vida, de restabelecer a saúde ou minorar o sofrimento” 
“Os benefícios potenciais, os perigos e o desconforto de um novo método deve ser pesado contra as vantagens do melhor método diagnóstico ou terapêutico em uso corrente. 
Se realmente quisermos resolver os problemas dos nossos pacientes, devemos ser 
objetivamente humildes e honestos o suficiente para encaminhá-los ao homeopata, ao 
acupunturista, ao médico biomolecular, ao fitoterapeuta, ao homotoxicologista, ao quiroprático, etc. Hoje nós devemos excluir as três primeiras, pois, a Homeopatia e a Acupuntura foram oficializadas como especialidades pela Associação Brasileira de Medicina e a Estratégia Biomolecular foi regulamentada. pelo Conselho Federal de Medicina. Elas continuam iguais como ciência, sendo praticadas pelos mesmos médicos, mas, não são mais consideradas alternativas. E assim acontecerá com as outras práticas consideradas ainda hoje como alternativas ou complementares. 
Entretanto, é muito importante estarmos atentos para o fato que os verdadeiros médicos, aqueles que realmente professam e cumprem sua profissão com ciência, respeito, honra, responsabilidade e arte, se preocupam com o paciente e não se a sua prática é ou não alternativa. 
Sendo a favor ou contra, a “medicina alternativa” ou a “medicina complementar” aí estão sendo praticadas por médicos de saber, éticos e merecedores de todo o nosso respeito. 
Chegará o dia em que todas estas terapêuticas se unirão em um só tipo de medicina, que poderíamos chamar de medicina total, holística, unificada ou pura e simplesmente de MEDICINA . 
“Na arte de curar, deixar de aprender é omitir socorro e retardar tratamentos esperando maiores evidências científicas é ser cientista e não MÉDICO” ; e MÉDICOS que somos, não nos contentamos apenas em curar e previnir doenças : necessitamos também que o nosso paciente que ele seja feliz" JFJ-1990 
Referências Bibliográficas 
1- Código de Deontologia Médica 
2- Declaração de Helsinque 
3- Felippe J Jr.: PRONTO SOCORRO : Fisiopatologia – Diagnóstico e Tratamento. Editora 
Guanabara Koogan. 1990. 
4- Felippe J Jr : Editorial ; A saúde é bem-vinda não importa de onde venha. Journal of 
Biomolecular Medcine & Free Radicals. 6(2):32,2000. 
5- Felippe J Jr. : O Conselho Federal de Medicina Regulamenta a Estratégia 
Biomolecular/Ortomolecular. Journal of Biomolecular Medcine & Free Radicals. 
5(1):4,1999 
6- Felippe J Jr. : Sugestões da Sociedade Brasileira de Medicina Biomolecular sobre a 
Resolução 1500 do CFM . Journal of Biomolecular Medcine & Free Radicals. 5(1):11,1999 
7- Felippe J Jr. : Conselho Federal de Medicina se pronuncia sobre a resolução 1500. Journal of 
Biomolecular Medcine & Free Radicals. 5(1):10,1999 
 
FONTE PDF: 
 
 
O Prof Dr Jose de Felipe Jr. é autor de varios artigos, dentre eles, Os benefícios da Auto-hemoterapia (abaixo) e Infecção focal, que lhe custou processo no CRM. No trabalho de pesquisa sobre a evolução dos tratamentos referindo-se à auto-hemoterapia, no qual apresentou 120 referências bibliográficas no ano de 2012, ele transcreveu escrito de E.C. Rosenow de 1958 que ensinava: “O processo de doença somente se estanca com as auto vacinas ou a autohemoterapia ao lado da exclusão do foco”.  
  
VEJA TAMBÉM MAIS ARTIGOS DO PROF DR. JOSE DE FELIPE JR. em: 
 
  
Os benefícios da Auto-hemoterapia 
 
Dr. Luiz Moura  
Prof. Dr. José de Felippe Junior  
Dra Berenice Wilke  
 
Definição  
 
É um recurso terapêutico de baixo custo, simples que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o Sistema Retículo-Endotelial, quadruplicando os macrófagos em todo organismo. 
 
Luiz Moura 
 
Sumário 
 
A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia comumente da prega do cotovelo e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml à 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E. A medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos. Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e ao fim de 8h chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22% para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo. 
As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que quadruplicados conseguem assim vencer estes estados patológicos ou pelo menos, abrandá-los. No caso particular das doenças auto-imunes a autoagressão decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue aplicado no músculo, melhorando assim o paciente. 
 
Histórico 
 
Em 1911, F. Ravaut registra: modo de tratamento auto (uno mismo, haima - sangra) empregado em diversas enfermidades infecciosas, em particular na febre tifóide e em diversas dermatoses. Ravaut usa a auto-hemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos (dicionário enciclopédico de medicina, T.1 de L. Braier). 
 
Em 1941 o Dr. Leopoldo Cea, no Dicionário de Términos Y Expressiones Hematológica, pg 37, cita: auto-hemoterapia, método de tratamento que consiste em injetar a um indivíduo cierta cantidad de sangre total (suero Y glóbules) tomada de este mismo indivíduo. 
H. DOUSSET - AUTO-HEMOTERAPIA - Técnicas indispensáveis. É útil em certos casos para dessensibilizações - 1941. 
Stedman - Dicionário Médico - 25ª edição - 1976 - pág 129 - Auto-hemotherapy - auto-hemoterapia - tratamento da doença pela retirada e reinjeção do sangue do próprio paciente. 
 
1977 - Index Clínico - Alain Blacove Belair - auto-hemoterapia - terapêutica de dessensibilização não específica. 
Entretanto foi o professor Jesse Teixeira que provou que o S.R.E era ativado pela auto-hemoterapia em seu trabalho publicado e premiado em 1940 na Revista Brasil - Cirúrgico, no mês de Março. Jesse Teixeira provocou a formação de uma bolha na coxa de pacientes, com cantárida, substancia irritante. Fez a contagem dos macrófagos antes da auto-hemoterapia, a cifra foi de 5%. Após a auto-hemoterapia a cifra subiu a partir da 1ª hora chegando após 8 horas a 22%. Manteve-se em 22% durante 5 dias e finalmente declinou para 5% no 7º dia após a aplicação. 
 
Ação Terapêutica  
 
Entre 1943 e 1947, quando cursava a Faculdade Nacional de Medicina apliquei a auto-hemoterapia cumprindo ordem de meu pai, Professor Pedro Moura, nos pacientes que ele operava na Casa de Saúde S. José no Rio de Janeiro. A primeira aplicação era feita na residência do paciente e a 2ª, 5 dias depois na Casa de Saúde no quarto do paciente e era sempre de 10ml. 
 
A finalidade da aplicação era evitar infecção ou outra complicação infecciosa pulmonar, já que a anestesia na época era em geral com éter que irritava bastante os pulmões. O cirurgião geral, Dr. Pedro Moura adotou este método face ao sucesso do Professor Jesse Teixeira que registrou em 150 cirurgias as mais variadas, 0% de complicações infecciosas post-operatórias em 1940.  
Depois de formado continuei a aplicar a auto-hemoterapia apenas em casos de acne juvenil e algumas dermatoses de fundo alérgico. 
Entretanto, devo ao Dr. Floramante Garófalo, em 1976, quando este tinha então 71 anos, o conhecimento que resultou em mais abrangência da ação terapêutica da auto-hemoterapia. Em março de 1976 o Dr. Garófalo queixou-se de fortes câimbras em sua perna direita quando caminhava mais de 100 metros. 
Sugeri ao colega que procurasse o angiologista, Dr. Antonio Vieira de Melo. Este decidiu fazer arteriografia da femural direita sendo constatada obstrução de cerca de 10cm ao nível do terço médio da coxa direita. O angiologista disse ao Dr. Garófalo que resolveria o problema com uma prótese que substituiria o segmento da artéria femural obstruída. 
O Dr. Garófalo disse ao angiologista que "não quero me tornar um homem biônico, amanhã terei outra artéria obstruída e terei que colocar novas próteses". Vou resolver o problema com a auto-hemoterapia. 
Eu então me ofereci para fazer as aplicações. Durante 4 meses, de 7 em 7 dias aplicava 10ml de sangue no Dr. Garófalo que então decidiu se submeter à nova arteriografia de femural direita, já que podia caminhar normalmente, porém o Dr. Antonio Vieira de Melo acreditava que era impossível que a artéria estivesse livre da obstrução atribuindo a melhora à sugestão. Repetida a arteriografia, não havia mais nenhuma obstrução na femural direita. Foi então que o Dr. Garófalo me presenteou com os trabalhos de Jesse Teixeira, de 1940 e de Ricardo Veronesi, de 1976. O estímulo do S.R.E comprovado por Jesse Teixeira e as ações deste bem explicados no trabalho de Ricardo Veronesi explicavam a desobstrução da artéria femural de Garófalo e abriam um enorme campo no tratamento das doenças auto-imunes. 
Em setembro de 1976 internou-se na Clínica Médica do Hospital Cardoso Fontes uma paciente cujo diagnóstico foi esclarecido pela consultora dermatológica da Clínica, Dra. Ryssia Alvares Florião. Feitas as biópsias nas mamas, abdômen e coxa de A.S.O. (F) - 52 anos, encaminhadas estas à patologista do Hospital, Dra. Glória de Morais Patello, o diagnóstico foi: esclerodermia, fase final. 
A Dra. Ryssia que tinha sido residente em Clínica Dermatológica nos Estados Unidos da América, em Nova York para onde convergiam os pacientes com E.S.P., disse que pouco podia fazer pela paciente, pois aquela Clínica era nada mais que um depósito de esclerodérmicos"" 
Iniciei o tratamento da paciente com E.S.P., no dia 10/09/1976. Para provocar o desvio imunológico e assim aliviar a paciente apliquei 5ml de sangue em cada deltóide e 5ml em cada glúteo, de 5 em 5 dias. A paciente já não caminhava há 8 meses e não deglutia sólidos, só líquidos, devido a estenose do esôfago. Dia 10/10/1976 a paciente saía andando do Hospital, com alta melhorada assinada pela Dra. Ryssia. 
A paciente continuou o tratamento com a dose reduzida para 10ml de sangue por semana. Em maio de 1977 a paciente A.S.O. foi reinternada para avaliação, sendo constatada grande melhora em relação ao dia 10/10/1976 quando teve alta no ano anterior. 
Surgiu na ocasião um concurso patrocinado pelo Laboratório Roche - Hospital Central da Aeronáutica. Redigimos então um trabalho minuciosamente documentado tanto com exames complementares como também com fotografias em slides da paciente em setembro de 1976 e maio de 1977. O concurso cujo tema era originalidade não publicou o trabalho. 
A partir deste caso em que a auto-hemoterapia comprovou ser poderosa arma terapêutica em doenças auto-imunes passei a aplicá-la também em doenças alérgicas com excelente resultado. Apresentarei resumidamente alguns casos que merecem destaque: 
 
. 1980 - M. das G.S. - 28 anos, funcionária da Petrobrás. Diagnóstico esclerodermia sistêmica progressiva - Decisão da chefia médica da Petrobrás - aposentar a paciente. Há 22 anos vem se tratando com a auto-hemoterapia. Está assintomática e deverá se aposentar em 2005 por tempo de serviço. 
 
. 1980 - G.S.C (F) 55 anos - Diagnóstico - MIASTENIA GRAVIS pelo Instituto de Neurologia - Av. Pasteur - RJ. A paciente atualmente, embora com a doença, vive normalmente, toma ônibus. É a única paciente que sobrevive entre aquelas diagnosticadas em 1980 como miastenia gravis, no Instituto de Neurologia. 
 
. 1982 - J da SR (M) 30 anos - diagnóstico - Doença de CROHN - Tratou-se com a auto-hemoterapia de 10ml semanais durante 1 ano. Até a data atual nenhum sintoma teve da moléstia que o acometeu em 1982. 
 
. 1990 - M. da RS (M) 22 anos - Doença de CROHN - Curiosamente a moléstia começou após o paciente ser assaltado, quando na ocasião fazia o vestibular para Odontologia. Prescrevi a auto-hemoterapia que foi aplicada pelo próprio pai do paciente. Até hoje assintomático. 
 
. 1997 - RS (F) 35 anos - Diagnóstico - L.E.S - A auto-hemoterapia permitiu à paciente ter vida normal, viajando para o exterior com crianças de rua que ela ensina a bailar. 
Em 1978, minha filha que vive na Espanha tinha ovários policísticos, não ovulava, era estéril. Solicitei ao Dr. Pedro - ginecologista e obstetra - que fizesse a auto-hemoterapia de 10ml semanais. 
Após 6 meses ela engravidou, e repetido o exame com insuflação tubária, já não haviam mais cistos. O Dr Pedro fez o parto de meus netos, um casal hoje com 20 e 21 anos respectivamente e prosseguiu aplicando DIU ao longo de 20 anos a fim de evitar gravidez indesejada. 
 
. 1990 - M.D.C. - 24 anos (F) - A paciente começou a apresentar petequias e epistaxis freqüentes. Quando apresentou otorragia foi encaminhada a um hematologista que diagnosticou como púrpura trombocitopênica. Durante 6 meses foi tratada com corticoesteróides em altas doses, até que estes não mais surtiram efeito e as plaquetas baixaram para 10.000mm3 de sangue. O hematologista decidiu usar quimioterápico conseguindo a elevação das plaquetas para níveis quase normais durante 2 meses. Os quimioterápicos não surtiram mais efeito e a paciente foi encaminhada para um cirurgião para se submeter à esplenectomia. A paciente se recusou quando o cirurgião não garantiu que o fígado assumiria a função do baço. 
A paciente me procurou e eu mandei aplicar a auto-hemoterapia. As plaquetas se normalizaram, a paciente depois teve mais 2 filhos, e vive vida normal com o seu baço. 
 
. 1982 - M - (F) - A paciente aluga cavalos para turistas em Visconde de Mauá. Foi picada por uma aranha armadeira em sua perna direita, que gangrenou, ficando exposta a tíbia. Foi internada na Sta. Casa de Rezende onde foi decidida a amputação. Já na mesa de cirurgia a paciente decidiu que não aceitava a amputação da perna, como preconisava o Instituto Butantã para estes casos. Assinou termo de responsabilidade e foi liberada. Me procurou e eu institui a auto-hemoterapia e a lavagem da ferida com solução de cloreto de magnésio como fazia Pierre Delbet, cirurgião na guerra de 1914 a 1918. Em 20 dias a paciente estava curada, trabalhando com sua perna até hoje. 
 
Fetha    

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 Quarta-feira, 24 de dezembro de 2014 - 09:46:07 
186.196.21.172
Curriculum e Artigos do Professor Dr. José de Felipe Junior 
 
Curriculum Vitae  
 
Formação :  
 
Formado na Santa Casa de São Paulo em 1971  
Doutor em Fisiologia pela Universidade de São Paulo, em 1978 ( PhD em Ciências )  
Livre - Docente de Clínica Médica – Medicina Intensiva pela Universidade  ... (total de 42565 caracteres)
Fetha    
 Quarta-feira, 24 de dezembro de 2014 - 09:37:55 
186.196.21.172
Infecção Focal : uma das causas esquecidas da etiologia de doenças sistêmicas – o  
valor do FDG PET no diagnóstico e o valor da autovacina e da autohemoterapia no  
tratamento  
 
PROFESSOR DOUTOR José de Felippe Junior  
 
Leia na íntegra  ... (total de 381 caracteres)
 

Fetha 

Publicado também em http://hemoterapia.org/publicacoes/direito-de-tratar-o-pacient e-como-um-ser-humano-unico-e.asp em 23 de dezembro de 2014  



publicado por auto-hemoterapia às 13:02
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Sábado, 20 de Dezembro de 2014
Publicação de 2014 do Google Acadêmico: Auto-hemoterapia é tratamento eficaz e seguro para a urticária e eczema
Publicaçao sobre Auto-hemoterapia Google Academico 
 
A Systematic Review of
Autohemotherapy as a Treatment for Urticaria and Eczema
 
Uma revisão sistemática da
Auto-hemoterapia como um tratamento para a Urticária e eczema
 
Corresponding author: Devon D. Brewer
1. Interdisciplinary Scienti?c Research, Seattle, WA
Categories: Allergy/Immunology, Dermatology
 
How to cite this article
Brewer D D. (2014-12-09 18:55:34 UTC) A Systematic Review of Autohemotherapy as
a Treatment for Urticaria and Eczema. Cureus 6(12): e233. doi:10.7759/cureus.233
 
conclusões
 
Auto-hemoterapia é um tratamento seguro para urticária e eczema.
Nos estudos, a auto-hemoterapia tende a ser um pouco mais
eficaz global do que a terapia de controle, mas a vantagem não é
estatisticamente fiável. Pacientes com urticária, com teste positivo, no
ensaio do soro autólogo, respondem de forma mais favorável a
auto-hemoterapiana em média do que aqueles de teste negativo. Mais
estudos randomizados são necessários para esclarecer a eficacia da
auto-hemoterapia.
 
 
Conclusions
 
Autohemotherapy is a safe treatment for urticaria and eczema.
Across studies, autohemotherapy tends to be somewhat more
e?ective overall than control therapy, but the advantage is not
statistically reliable. Urticaria patients who test positive on the
autologous serum skin test respond more favorably to
autohemotherapy on average than those who test negative. More
randomized trials are required to clarify the e?ectiveness of
autohemotherapy. 
 
PDF INGLES
 

http://assets.cureus.com/uploads/original_article/pdf/ 2722/1418151342-20141209-2918-az7p42.pdf 



publicado por auto-hemoterapia às 13:17
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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2014
NO BRASIL, SENADOR APELA À PRESIDENTE DILMA PELA AUTO-HEMOTERAPIA
Senador Suplicy pede pela auto-hemoterapia
 
O Senador paulista Eduardo Suplicy enviou ofício ao Ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho pedindo especial atenção para o pleito do jornalista Ubervalter Coimbra, do Espírito Santo, que solicita o apoio para que a auto-hemoterapia seja permitida no Brasil. O jornalista teceu considerações acerca da técnica, que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo e vem salvando vidas há mais de cem anos.
 
Eduardo Suplicy afirma que diante da mensagem do jornalista e da sua relevância submete o assunto à análise do Ministro, visando a adoção das medidas que julgar cabíveis, como também a prestação de informações que subsidiem resposta aos interessados. O envio do ofício nº 01102, de 27 de novembro passado, foi comunicado ontem (10.12.2014) ao jornalista pela Secretaria do Gabinete Eduardo Suplicy.
 
Ubervalter enviou nova mensagem, desta vez dirigida à Assessoria do Senador Eduardo Matarazzo Suplicy agradecendo pela providência adotada e lembrando que tal medida se soma  a outras adotadas pelo senador, de igual relevância, sobre a auto-hemoterapia.
 
“Nós, os auto-hemoterápicos, esperamos que o Governo Dilma (tudo começou com Lula) desperte e refaça seu ato de afronta à Constituição Federal e libere a auto-hemoterapia para uso do povo, considerando as curas, cientificamente provadas, realizadas com a técnica. A auto-hemoterapia cura ao aumentar a imunidade em quatro vezes, a custo de uma seringa de aplicar injeção. Sua proibição só interessa aos laboratórios farmacêuticos transnacionais, que têm grandes lucros com a medida.”, acrescentou o jornalista, renovando “o apreço ao senador Suplicy e sua equipe”.
 
O ministro Gilberto Carvalho havia sido informado em 02 de outubro de 2014 que o fim da arbitrariedade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibindo o uso da auto-hemoterapia beneficiará milhões de brasileiros na cura das mais diversas doenças, bem como produzirá economia para o Brasil. O Chefe da Secretaria-Geral da Presidência recebeu a imprensa em Vitória, mas antes, da coletiva, aceitou receber o repórter para tratar, de forma não jornalística, de um tema de interesse nacional – a auto-hemoterapia - sobre o qual afirmou que já tinha ouvido informações positivas. 
 
Texto do jornalista potiguar Walter Medeiros publicado em https://www.facebook.com/groups/autohemoter apiatrataecura/ 

NR: No Brasil, depois de 109 anos de uso livre da auto-hemoterapia, o governo violentou os direitos da população se curar com a técnica, o que tornou  país único a adotar a medida arbitrária e ilegal.

No Brasil foram produzidos estudos notáveis sobre auto-hemoterapia, como o premiado por instituição médica e publicado em 1940 por Jésse Teixeira. http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pd f
 
O rosário de arbitrariedades praticados contra os brasileiros pelos Governos Dilma e Lula da Silva (que começou o arbítrio pode ser lido em UMA PROIBIÇÃO ILEGAL 
(QUEM PROIBIU A AUTO-HEMOTERAPIA?) em http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterap ia-legis.htm
 
 
PARECER DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM) SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA  
NÃO TEM CABEÇA, CONCLUI MÉDICO APÓS AVALIAÇÃO CIENTÍFICA   em http://www.hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/pare cer-do-conselho-federal-de-medicina-cfm-sobre-auto.asp
 

 A  luta popular contra a medida arbitrária já dura sete anos.  



publicado por auto-hemoterapia às 17:12
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2014
Médicos chineses: Auto-hemoterapia é digna de ser extensivamente aplicada
"Journal of Clinical Acupuntura e Moxabustão" 2011-12 - A aplicação clínica da Auto-hemoterapia no Departamento de Dermatologia. Conclusão: Auto-hemoterapia é digna de ser extensivamente aplicada.
"Journal of Clinical Acupuntura e Moxabustão" 2011-12
A aplicação clínica da Auto-hemoterapia no Departamento de Dermatologia PENG Yong-jun, WANG He-sheng, Yao Yan, Sun Jian-hua (O Hospital Afiliado da Universidade de Nanjing de Medicina Tradicional Chinesa, Nanjing 210029, China).  
Objetivo: discutir a aplicação clínica da auto-hemoterapia no departamento de dermatologia. Métodos: De Pesquisando base de dados, resumir dieaseas dermatologia pela auto-hemoterapia nos últimos quatro anos. 
Resultados: Auto-hemoterapia foi amplamente aplicado para dieaseas dermatologia, e o efeito curativo foi precise.At mesmo tempo, a pesquisa mecanismo deve ser reforçada. Conclusão: Auto-hemoterapia é digno de ser extendsively aplicada.
Palavras-chave 【】: Auto-hemoterapia ponto de injeção Common acne Urticária Eczema Sumarização 【Índice categoria】: R246 
DOI 【】: CNKI: SUN: ZJLC.0.2011-12-031
Download (formato CAJ)  Download (formato PDF) 
CAJViewer7.0 suporta todos os formatos de arquivo CNKI; AdobeReader só suporta o formato PDF.
【】 Citações 

Jornal chinês banco de dados de texto completo 3 acessos

1 Min Xiaomei, Yue Qi (Neijiang Hospital No. 6, Neijiang Sichuan 641.000); Auto-hemoterapia com combinada TCM e medicina ocidental sobre Urticária crônica [J]; Mundial Jornal de Medicina Tradicional e Ocidental Integrada; 2008-05
2 Xiang Yun, JI Qing, CAI Hong-wei, Chen Yao-min (Departamento de hospital de dermatologia, Zhuhai Pessoas 2'S, Zhuhai 519020, China); Observação de Eficiência clínica de Glycyrrhizin Composto Combinado com desloratadina e Auto-sangue Terapia no Tratamento da Urticária crônica [J], o Jornal Chinês de Dermatovenereology; 2010-12
3 LEI Xirong ZHOU Jiexian QIU Hong Shunde O Centro Distrital de Prevenção e Gure de doenças crônicas, Guangdong Foshan 528300; Aplicada Investigar de Acupucture Combinado com Autohemotheray sobre Urticária crônica [J]; Doutor China Moderna; 2009-14
【Co-citações】 


Jornal chinês banco de dados de texto completo 5 Acessos

1 Ou Quxian, Hospital do Povo Shen Yongjian.The Second de Foshan, Foshan 528100, Guangdong, China;Obervation sobre o efeito da Clarityne combinada com auto-sangue terapia em urticária crônica [J]; Guangzhou Medical Journal; 2009-05
2 Li Shu-jun, Luo Yu-hui, Jia Yu-rong, Zhang Yu-qin, LI He-ping, LI Xi-xiang Gansu Hospital do TCM, Lanzhou Gansu China 730050; o progresso da pesquisa sobre tratamento da acne com o tratamento externo de Métodos Medicina Tradicional Chinesa [J]; Gansu Jornal de Medicina Tradicional Chinesa; 2011-06
3 Rui XIAO-mei (Qiongshan Distrito Centro de Dermatose, Haikou 571100, Hainan, República Popular da China.);Efeito da terapia de transfusão autóloga combinado com loratadina (desloratidine) em urticária crônica [J]; Medicina Tropical China; 2010-06
4 Yang Min (Departamento de Dermatologia, Jiangsu Shiermei Estética & Hospital de plástico, Nanjing 210002, China); Análises Clínicas de 88 casos com acne tratados pela Medicina Tradicional Chinesa [J]; Guia da China Medicina; 2010-24
5 Yang Li; observação clínica sobre a eficácia da auto-sangue terapia no tratamento da urticária crônica [j]; Saúde da Mulher chineses e estrangeiros; 2011-06
【Citações secundárias】 


Jornal chinês banco de dados de texto completo 10 Hits

1 HUANG Bo, AIJ Ping, CHEN Duhong, et al; eficácia curativa de Mayingnong creme no tratamento do eczema subaguda [J]; Jornal em Ciências de Enfermagem; 2004-02
2 Wang Jun, Yao Ying, Zhang Jiang-peng, Liu Jun-hua, Feng Wei-hua, JIAO Bing-hua (Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular, Segunda Militar Medical University, Shanghai 200433, China); Preparação e atividade biológica de polissacarídeos de Ostrea rivularis no Mar da China Oriental [J]; Jornal de pós-graduados médicos; 2006-03
3 Lu Youlu; Qin Jianzhong (Tianjin Changzheng Hospital, Dermatose Instituto de a integração da medicina tradicional chinesa e ocidental); O efeito de 17 a medicina tradicional chinesa na proliferação de queratinócitos epidérmicos humanos [J]; Jornal de Dermatologia Clínica; 1996-1904
4 LIANG Xiong-an, DENG Bin, Wang Wei. (Hospital Filiado de Hainan Medical College, Haikou 570102, Hainan, China); observação sobre o efeito de cetirizina combinado com autohemotheray em urticária crônica [J]; Medicina Tropical China; 2007-06
5 LIU Lei ji, GONG Xian junho; observação do efeito terapêutico de Stronger Neo-minophagen C Combinado com Cloridrato de cetirizina no Urticária crônica [J], o Jornal Chinês de Dermatovenereology; 2005-03
6 ZHAI Qing, PAN Wei-li; observação do efeito terapêutico de verrugas planas com Interferon recombinante humana associada com creme de tretinoína [J], o Jornal Chinês de Dermatovenereology; 2005-07
7 DONG Ping-yun, Wei Chun-bo, Wang Ying-ying, et al (Departamento de Dermatologia do Hospital Segundo, Hebei Medical University, Shijiazhuang 050000, China); O Efeito da imunoterapia específica para escore clínico e os níveis séricos de IL -4 e sVCAM-1 em pacientes com urticária crônica [J], o Jornal Chinês de Dermatovenereology; 2005-11
8 Lao Changhui, Li Junxiong (Hainan Hospital Municipal de Medicina Tradicional Chinesa, província de Guangdong, 528200); observação clínica no tratamento da asma com ponto de injeção de Mistura de Autoblood e gamaglobulinas [J]; acupuntura chinesa e MOXIBUSTÃO; 1995-1906
9 ZANG Yun-shu ~ *, WU Mei, Wang Qing-hong ~ * Departamento de Hospital, Dermatologia Afiliada da Qingdao Medical College, Universidade de Qingdao, Qingdao 266003, China;. Efeito do peptídeo timo sobre os níveis séricos de IL-10 e IFN- γ e sua eficácia em pacientes com varruca Planea [J]; Jornal Chinês de Medicina Estética e Cosmetologia; 2005-05
10 
HAO Fei, Li Hui, LU Yuan-gangue, Rui YIN, Chen Jia-xiu, WU Jin-Jin, Sun Ren-shan, DENG junho Departamento de Hospital, Dermatologia Sudoeste, Third Military Medical University, Chongqing 400038, China; A multicêntrico, randomizado, duplo-cego, estudo clínico comparativo de levocetirizina e cetirizina para o tratamento da urticária crônica Idiopathetic [J]; Jornal Chinês de Dermatologia; 2004-06
http://en.cnki.com.cn/Article_en/CJFDTOTAL-ZJLC201112031.htm</ tt>
08/10/2012 21:22
De: Fetha 
IP: 177.82.90.181

Reproduzido em http://saude.inforum.insite.com.br/66763/ 



publicado por auto-hemoterapia às 17:46
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Terça-feira, 2 de Dezembro de 2014
No Brasil, sete anos após proibição ilegal, governo Dilma ainda dificulta a cura com auto-hemoterapia
31/03/2013 10:29
De: Marília (lilinhass10@ig.com.br)
IP: 141.0.8.180
Re: AMIGOS DA CURA

Olá amigos, estou à procura de alguém que faça a auto heçoterapia aqui em Porto Alegre. Minha sogra tem uma conhecida que se curou de câncer fazendo as aplicações, só que ela mora numa cidade mto distante.
Minha sógra tem sérios problemas de coluna e eu de asma crônica e hipotireoidismo. Queremos comecar a fazer quanto antes! Mas  aqui em Porto Alegre não estou encontrando ninguém. Será que vcs podem nos ajudar??
Desde já agradeço,
no aguardo, Marília

30/11/2014 12:14

De: Luiz Fernando Sarmento 
IP: 179.210.193.142

Recebi de uma amiga o email abaixo: 
Oi Luiz, tudo bem com vc? Queria sua opinião sobre os possíveis benefícios da autohemoterapia para minhas ziquiziras.Tenho sofrido com muitas dores na coluna por conta de um longo processo
degenerativo das membranas articulares que se desgastam com o tempo.Também estou em tratamento final de uma tuberculose e com diagnóstico de doença parksoniana ainda inicial. Vc acha que posso me beneficiar desse tratamento? Sei de suas experiências e confiança no método, mas tenho uma certa insegurança em adotá-lo. É isso. 
Quando vir por aqui gostaria de encontrá-lo. Saudades.
Alguém tem alguma experiência pra compartilhar?
Fico agradecido,
Luiz Fernando 

 



publicado por auto-hemoterapia às 17:02
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