Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012
PhD: NA GUERRA ÀS DOENÇAS, A AUTO-HEMOTERAPIA DEVE SER USADA NA LINHA DE FRENTE EM TODOS OS PRONTOS-SOCORROS E EM COMUNIDADES REMOTAS

A auto-hemoterapia deve ser aplicada em todos os primeiros atendimentos médicos nos pronto-socorros e, em comunidades carentes e áreas remotas, como medida preventiva. Nos pronto-socorros, antes mesmo do diagnóstico da doença que atinge o paciente. A técnica é eficaz, barata e simples, e cura ao aumentar a imunidade em quatro vezes.

Esta é a recomendação que faz o autor de “Autohemotherapy Reference Manual - Definitive Guide and Historical Review From Bloodletting to Stemcells - A technical report by Stuart Hale Shakman”. Shakman, PhD, é diretor executivo do Instituto de Ciências de Santa Mônica, Califórnia, nos Estados Unidos da América (USA).
A auto-hemoterapia é um tratamento particularmente importante em doenças como a malária, dengue, cólera, entre outras  de rápida evolução, podendo levar ou paciente à morte, e que são doenças epidêmicas.
Shakman faz uma síntese, depois de analisar centenas de livros sobre auto-hemoterapia: “WAR ON DISEASE: MOVE AUTOHEMOTHERAPY TO FRONT LINES”. Argumenta, que “a auto-hemoterapia poderia muito bem ser incorporada em todos os primeiros-socorros, classes, programas de treinamento de escoteiros, treinamento de sobrevivência, etc, e adotado como um tratamento universal de primeira instância. Uma vez adotadas, o paciente de qualquer doença sistêmica pode ser colocado imediatamente no caminho para a recuperação ou pelo menos acionar meios eficazes de defesa, enquanto a ajuda médica é procurada e ao mesmo tempo em que ajuda médica está tentando descobrir o que está errado e como corrigi-lo. Auto-hemoterapia é a resposta ideal imediata em tantas doenças”.
 
O PhD lembra que a moderna medicina faz a retirada de amostras de sangue para o dianóstico da doença. E então afirma “... seria fácil e prudente, como
clínica geral, para tirar 10/03 cc mais do que é necessário para testes e reinjetar esta quantidade de sangue por via subcutânea ou por via intramuscular. Assim, o paciente estaria em uma maior posição para ficar melhor mesmo que nunca o médico descobre o que está errado. E desta forma, o "ficar melhor" custos nada, em contraste com o sangue, os próprios testes que podem ser muito demorado, caro e nem sempre conclusivos.”

Shakman é também autor de “REFERENCE MANUAL ROSENOW ET AL "Medical Guide of the Future" [JAMA 1938] Microbial Infection, Variation, Localization”. Cientista (1875-1966), E.C. Rosenow foi assíduo colaborador do jornal da Associação Médica Norte-Americana (Jama, na sigla em inglês) e publicou, já no terceira década do século passado uma relação com dezenas de doenças onde a auto-hemoterapia tinha sido provadamente eficaz. Entre elas, câncer, hanseníase (então chamada “lepra”), tuberculose e, até septicemia. O que quer dizer que o uso da auto-hemoterapia curaria um paciente com infecção generalizada.
 
Hoje, a auto-hemoterapia é provadamente eficaz em centenas de outras doenças, segundo a literatura médica especializada moderna. 
 
O autor de Autohemotherapy Reference Manual - Definitive Guide and Historical Review From Bloodletting to Stemcells - A technical report dá destaque ao uso imediato da auto-hemoterapia em casos de malária, Aids/Sida, ebola, entre outras doenças. “No topo da lista de prioridades para aplicações auto-hemoterapia a malária”, afirma.
 
Depois de considerações sobre um método testado no tratamento da malária, Shakman defende “a formação de pessoal indígena na administração de auto-hemoterapia. A beleza de auto-hemoterapia, além de sua especificidade inigualável e segurança, é simplicidade. Operadores não precisam ser formados em outras áreas, e programas extensos podem ser realizadas por "exércitos" de indígenas, trabalhadores em áreas rurais ou remotas. Se este programa é seguido na malária, que agora infecta centenas de milhões e mata milhões a cada ano, pode ser importante em um ridiculamente curto período de tempo. Esta receita que parece igualmente adequada para outros insetos, em doenças transmitidas por vectores, e de insidiosas doenças emergentes em misteriosa condições, por exemplo, ebola”.
 
Citando  o dr. Rosenow, lembra até da paralisia infantil, onde a auto-hemoterapia foi usada com sucesso no início da infeção. Lembra que doenças desconhecidas, cujos doentes poderiam ser favorecidos com a aplicação da auto-hemoterapia mesmo antes do diagnóstico, para afirmar: “Auto-hemoterapia: A terapia é imediatamente disponível que irá, sem dúvida, ajudar. Não causa agravamento das condições em vítimas, mas, sem dúvida, fornecer alguma medida de assistência em prevenir o curso da doença  ... “.
 
Ainda recomenda que “para garantir conformidade com esta programação, os pacientes (ou familiares responsáveis membros) podem ser instruídos em auto-administração como é feito atualmente nos casos de auto-administrado terapias para o diabetes e enxaqueca. Assumindo que não há foco persistente no hospedeiro que continua a alimentar patógenos ou suas formas derivadas na corrente sanguínea, auto-hemoterapia pode ser curativa. No entanto, na presença contínua de tal foco, a continuação da terapia seria indicada pelo menos até que o foco é totalmente removido.”
 
AUTO-HEMOTERAPIA NO MUNDO – A técnica defendida com tanta veemência por Shakman e outros autores, é praticada em todo o mundo, embora por pequenos grupos de profissionais. Um trabalho orquestrado pelos laboratórios farmacêuticos transnacionais após a descoberta dos antibióticos, levou a técnica ao esquecimento com o argumento    de que a auto-hemoterapia era velha, fora de moda, e superada pelos antibióticos.
 
Uma vigorosa campanha mundial pela utilização da auto-hemoterapia está em curso.
 
No Brasil, os brasileiros, usuários e profissionais de saúde, lutam para que a auto-hemoterapia seja aplicada nos quatro cantos do país. Principalmente em áreas remotas, como na região Amazônica, e regiões de extrema pobreza, em todo território nacional. São abundantes na internet  relatos de cura de centenas de doenças, entre as quais cânceres, Parkinson, Alzheimer. O médico Luiz Moura deu didática entrevista sobre a técnica, como se vê em http://video.google.com/videoplay?docid=-455432063378520 9094# o que permitiu a redecoberta da auto-hemoterapia no país. O vídeo tem versões legendadas em inglês e espanhol.
 
Já nas primeiras décadas do século passado, a auto-hemoterapia era provadamente eficaz nas seguintes doenças, segundo Rosenow. Lista  no informe “Espectro da AHT segundo o dr. Shakman”em http://inforum.insite.com.br/66763/msgs/33/ A relação médica moderna comprovando a eficácia da técnica incorpora centenas de outras doenças, inclusive de origem genética.
 
Na vasta literatura científica que respalda a auto-hemoterapia, livros como “Harald Krebs - 2007 - 166 páginas” no link http://books.google.com.br/books?id=v9VCpONbKswC&printsec=fron tcover&dq=eigenbluttherapie&cd=1#v=onepage&q=&f=false  
 
E, “Bulletin des sociétes d´ophtalmologie de France: Volume 73, Edição 3    Société d'ophtalmologie de Paris – 1973” em http://books.google.com.br/books?id=O4_oAAAAIAAJ&q=A utoh%C3%A9moth%C3%A9rapie&dq=Autoh%C3%A9moth%C3%A9rapie&hl=pt-BR &sa=X&ei=QPcfT5uzIYL6ggfps6ynDw&ved=0CF4Q6AEwCDha
 
Observação: as traduções do texto foram feitas por http://translate.google.com.br/#
 
SERVIÇO - “Autohemotherapy Reference Manual - Definitive Guide and Historical Review From Bloodletting to Stemcells - A technical report by Stuart Hale Shakman”, uma das principais referências sobre a auto-hemoterapia em inglês, está agora disponível em português, entre outros idiomas. Pode ser comprado no endereço http://instituteofscience.com/books.html ; Shakman, PhD, é diretor executivo do Instituto de Ciências de Santa Mônica, Califórnia, USA.
Ubervalter Coimbra,
é repórter.


publicado por auto-hemoterapia às 21:37
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